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terça-feira, 15 de abril de 2014

Bolo diet de maracujá – Diabético

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Ingredientes:
. 3 gemas
. 1/2 xícara de polpa de maracujá
. 5 colheres de sopa de margarina
. 2 xícaras de farinha de trigo
. 3 claras em neve
. 1 colher de sopa de fermento em pó
. 1 1/2 xícara de adoçante para culinária


Cobertura:
. Polpa de 1 maracujá
. 4 colheres de sopa de adoçante para culinária


Modo de preparo:
Bata as gemas com o adoçante e a margarina. Acrescente a polpa de maracujá (com as sementes) e misture bem. Junte a farinha de trigo e continue mexendo. Adicione as claras batidas e, por último, o fermento, misturando levemente. Coloque em uma forma untada e enfarinhada e leve ao forno brando. Para a cobertura, faça uma calda com a polpa de 1 maracujá batido e 4 colheres de sopa de adoçante para culinária, espalhe sobre o bolo e leve ao forno novamente por dez minutos aproximadamente, ou até que as sementes estejam crocantes.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Dieta Vegetariana na Prevenção do Diabetes Tipo 2

Dr George Guimarães, nutricionista especializado em dietas vegetarianas
Outubro de 2006
www.nutriveg.com.br


O diabetes tipo 2 é uma doença que pode reduzir o tempo de vida em até 15 anos e diminuir a qualidade de vida por muitos nas mais. Nos últimos 20 anos o número de crianças afetadas pela doença aumentou 10 vezes, paralelamente ao aumento da incidência de obesidade. À medida que as pessoas se alimentam de alimentos mais ricos (carnes, ovos, laticínios, produtos refinados, óleos e gorduras isolados), elas passam a sofrer das doenças de excesso, que além do diabetes e da obesidade, é o caso também das doenças cardiovasculares e do câncer.


No caso do diabetes, a doença nada mais é do uma resposta do organismo a um processo de superalimentação. É natural esperar que o excesso de calorias consumidas faça com que o nosso peso corporal seja elevado. Quando esse ganho excessivo de peso atinge um patamar que possa levar a danos mais severos, o organismo lança mão de alguns mecanismos de adaptação, visando diminuir a taxa de ganho de peso, como tornar as células mais resistentes ao hormônio insulina. É o estado de resistência insulínica, onde a ação da insulina se torna menos potente. Desta maneira, a sua principal função, que é a de levar gordura e açúcar para dentro da célula, é freada. A lógica deste mecanismo de adaptação é preservar o organismo da exposição à superalimentação, impedindo que o corpo continue a expandir indefinidamente. Como o estímulo externo da superalimentação não cessa, o corpo trata de fazer com que as suas células passem fome, independente da quantidade de nutrientes que esteja sendo absorvida pelos intestinos e levada até a circulação sangüínea. Agora, incapaz de ser absorvido, o excesso de açúcar no sangue passa a ser eliminado através da urina, causando por sua vez danos a outros sistemas do organismo.


O papel da dieta vegetariana na prevenção e tratamento do diabetes tipo 2 está no fato desta ser mais balanceada na quantidade de nutrientes oferecidos quando comparada a uma dieta onívora, já que é menos provável que uma dieta vegetariana ofereça excesso de calorias e gordura, além de ser mais rica em frutas, vegetais e fibras, que estão relacionados à prevenção de outros fatores de risco associados, como a doença cardiovascular e a obesidade.


Estudos aplicando dietas ricas em fibras e carboidratos e pobres em gorduras (características de uma dieta vegetariana) têm demonstrado, de maneira bastante consistente, a sua eficácia no tratamento da doença. Estudos que datam de três décadas atrás (Kiehm, Anderson, Ward, 1976) já demonstravam a eficácia na redução do uso de insulina em 70% dos pacientes e do uso de medicamentos orais em quase a totalidade dos pacientes. Uma revisão mais recente de estudos (Jenkins, Kendall, Marchie, Augustin, Ludwig, Barnard, Anderson, 2003) que relacionam a aplicação terapêutica de uma dieta vegetariana em pacientes que sofrem de diabetes tipo 2 demonstrou que 39% dos pacientes deixaram de usar insulina e 71% deixaram de fazer uso de medicamentos orais com apenas três semanas de tratamento com uma dieta vegetariana. A característica marcante era, novamente, o fato de esta ser rica em carboidratos complexos e fibras e pobre em gorduras.


É notável também a melhora em outros fatores associados, como a saúde renal. Com um curto tempo de tratamento, a proteinúria (presença de proteína na urina, um sinal de dano renal) diminui e desaparece (Raal, Kalk, Lawson, Esser, Buys, Fourie, Panz, 1994 e Cupisti, 2002). Isto se deve ao fato da dieta vegetariana ser moderada em proteína, diferentemente da dieta onívora, que geralmente oferece uma carga exagerada deste nutriente. Estudos antigos demonstram que até mesmo a retinopatia pode ser revertida fazendo a transição para uma dieta vegetariana, trazendo resultados ainda melhores do que aqueles obtidos com o uso de medicamentos (Van Eck, 1959 e Kempner, 1958). Já é fato reconhecido que a dieta vegetariana reduz os fatores de risco para doenças cardiovasculares (Ornish, Brown, Scherwitz et al, 1990 e Navarro, Guimarães, Teixeira et al 2006), que é a principal causa de morte em pacientes diabéticos. Ademais, a redução no peso corporal como conseqüência da aplicação desta abordagem dietética certamente contribui para a melhora do estado de saúde destes pacientes, visto que a obesidade é a principal causa do diabetes tipo 2 (Pinkney, 2002).


A associação de uma dieta vegetariana com um programa regular de atividade física pode ser a solução para aqueles que lutam contra o diabetes, obesidade, doenças cardiovasculares e outras doenças crônicas e degenerativas. Por dieta vegetariana, eu quero dizer uma dieta vegetariana balanceada, rica em frutas e vegetais frescos, cereais integrais, leguminosas, castanhas e raízes, com poucos produtos refinados ou altamente processados. Um nutricionista que tenha conhecimento do tema da nutrição vegetariana pode auxiliar o paciente na sua transição alimentar para uma dieta vegetariana. Se houver uso de medicamentos, o processo deverá ser acompanhado por um médico, pois os estudos demonstram que as doses dos medicamentos precisam ser reajustadas (para menos ou para o desuso completo).


O estudo mais recente sobre o tema, conduzido pelo PCRM (Physicians Committee for Responsible Medicine) e publicado em agosto de 2006 (Barnard, Cohen, Jenkins, 2006), envolveu 99 pacientes e demonstrou de maneira clara que uma dieta vegana pobre em gordura é mais eficiente do que a abordagem dietética convencional (aquela preconizada pela American Diabetes Association). O mesmo estudo demonstrou que a dieta vegana pode ser mais eficiente do que o uso isolado de medicamentos orais para o diabetes. Tão grande é a eficácia da dieta vegana no tratamento do diabetes que nesse estudo, que teve duração de 22 semanas, não foi imposta qualquer restrição com relação ao consumo de carboidratos ou calorias. Ainda assim, o grupo que seguiu a dieta vegana (50% dos pacientes) por este período demonstrou resultados mais satisfatórios com relação à redução dos níveis de glicose no sangue, peso corporal, colesterol total e colesterol LDL.
As abordagens dietéticas convencionais, que não se atrevem a fugir das “tradições” alimentares, não têm a pretensão de reverter a doença, mas apenas de controlá-la. É como diz o ditado: “se você continuar a praticar as mesmas ações, continuará a obter os mesmos resultados”. Enquanto a dieta vegetariana já demonstrou cientificamente o seu potencial de mudança, a abordagem convencional mantém o paciente dependente do uso de medicamentos, pois não atua na qualidade global da dieta. O paciente que se mantém em uma dieta industrializada e rica em alimentos de origem animal não tem a possibilidade de atingir os mesmos resultados.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

A Dieta Vegana e a Prevenção do Diabetes: Novas Descobertas

Dr George Guimarães, nutricionista especializado em dietas vegetarianas
Fevereiro de 2010
www.nutriveg.com.br


O diabetes tipo 2 é uma doença capaz de reduzir significativamente o tempo e a qualidade de vida de uma pessoa. As dietas vegetariana e vegana exercem um papel de prevenção e tratamento do diabetes tipo 2 e esse efeito é atribuído às características nutricionais dessas dietas que, quando comparadas a uma dieta onívora (que inclui carnes e outros produtos de origem animal), são mais ricas em carboidratos complexos e fibras e mais pobres em gordura saturada e calorias totais.


Em 2009, a exemplo do que ocorre em outros anos, muitas publicações médico-científicas trouxeram informações que corroboram o papel de proteção conferido pelas dietas vegetariana e vegana contra o diabetes tipo 2. Destacarei a seguir alguns desses estudos, mas antes é importante o que é o diabetes.


O diabetes tipo 2 é aquele que, por múltiplos fatores, desenvolve-se ao longo da vida afetando um indivíduo que já teve em algum momento um bom estado de saúde no que diz respeito a essa doença. O que torna a pessoa diabética é a resistência que as células desenvolvem em responder à presença do hormônio insulina. O tratamento pode ser dietético ou pode necessitar a aplicação do hormônio insulina. Já o diabetes tipo 1 geralmente afeta o indivíduo em uma fase inicial da vida e é caracterizado quando o corpo não produz o hormônio insulina. Nessa forma da doença, sempre haverá a necessidade de usar a insulina injetável.


Quando falamos de abordagens nutricionais para prevenir e especialmente para reverter o diabetes, geralmente essas se aplicam ao diabetes tipo 2, ou seja, aquele que não necessita obrigatoriamente da aplicação do hormônio. No entanto, como a alimentação da mãe durante a gestação também influencia o risco da criança desenvolver a doença, vemos também um papel de prevenção para a dieta vegetariana também no diabetes tipo 1.


Um estudo publicado em setembro de 2009 demonstrou que as mães que consumiam a menor quantidade de vegetais durante a gestação tinham maior risco de dar à luz filhos com a doença. As mulheres que consumiam vegetais de 3 a 5 vezes por semana apresentaram um risco 71% maior de ter filhos com o diabetes tipo 1 quando comparadas às mulheres que consumiam vegetais todos os dias. (1)


Em um estudo publicado em janeiro de 2010 no jornal médico Diabetes Care, pesquisadores analisaram 38.094 pacientes holandeses e concluíram que para cada acréscimo de 5% nas calorias derivadas de proteína de origem animal ao invés de ser derivada de carboidratos ou gordura, há um aumento equivalente de 30% no risco de desenvolver o diabetes tipo 2. O aumento no consumo de proteína de origem animal foi acompanhado pelo aumento no consumo de gordura saturada e colesterol e pelo um aumento do peso corporal e da pressão arterial. Já o acréscimo no consumo de proteínas vegetais não demonstrou a mesma relação de aumento no risco de desenvolver a doença, apontando uma clara relação entre o consumo de produtos animais e o aumento no risco de desenvolvê-la. (2)


Ainda sobre a relação da doença com o consumo de carne, um estudo publicado no jornal médico Diabetologia em outubro de 2009 fez uma revisão sistemática de 12 estudos anteriores e mostrou que o consumo de carne está diretamente associado ao risco de desenvolver o diabetes tipo 2. O risco foi aumentado em 21% para os indivíduos que consumiam mais carne vermelha e 41% para os que consumiam mais carnes processadas (como os embutidos, por exemplo). (3)


Outro estudo que sumariza dezenas de trabalhos publicados anteriormente sobre o efeito da dieta vegetariana sobre o diabetes foi publicado na edição de maio de 2009 do jornal médico Nutrition Reviews. Esse sumário demonstrou que os estudos que observaram populações vegetarianas e as compararam a populações onívoras demonstraram ser menor prevalência do diabetes tipo 2 no primeiro grupo. Já os estudos de intervenção, isso é, aqueles onde os indivíduos fazem uma mudança nos seus hábitos para que sejam medidos os resultados, demonstraram haver uma melhora no controle glicêmico quando da transição para uma dieta vegetariana já que essa favorece o controle de peso e o consumo de fibras. (4)


Pesquisadores da Georgetown University compararam os efeitos de três dietas, uma com pouca gordura, outra prescrita pela Associação Americana do Diabetes e finalmente uma dieta vegana. A dieta vegana demonstrou exercer uma redução 59% maior nos níveis da glicose de jejum e os que aderiram a ela precisaram usar menos medicamentos para controlar a sua glicemia. Já os participantes do grupo que seguiu a dieta recomendada pela associação médica especializada (dieta essa que inclui produtos de origem animal), tiveram que usar a mesma quantidade de medicamentos que usavam antes da intervenção dietética. Além disso, os veganos reduziram o seu peso em até o dobro quando comparados a esse grupo e tiveram uma redução mais expressiva nos níveis de colesterol.
São muitas as evidências científicas que apontam para as dietas vegetariana e vegana como sendo muito eficientes não apenas na prevenção, mas também na reversão do diabetes tipo 2. Contudo, as estratégias utilizadas pela maior parte dos profissionais de saúde continuam a focar em mudanças de pouco efeito, já que não atingem o mesmo potencial que somente uma abordagem com as características nutricionais de uma dieta baseada em vegetais é capaz de oferecer: alto teor de fibras e carboidratos complexos e baixo teor de calorias, gordura saturada e colesterol. Como consequência dessas características e somadas a outras que lhes são peculiares, as dietas vegetariana e vegana trazem benefícios enormes para muitas das doenças que atualmente afetam a nossa sociedade.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Torta Mousse de Maracujá – Sem Açucar

Doce gostoso e bonito, além de ter uma receita fácil e rápida de ser feita, a torta de mousse de maracujá é uma ótima opção pra receber os amigos e parentes para o almoço do final de semana.
receita torta mousse de maracuja 300x250 Receita: Torta Mousse de Maracujá

Ingredientes:

- Massa
4 colheres de servir cheias (180g) de Farinha de trigo
5 colheres de sobremesa (75g) de Margarina sem sal
1 unidade (15g) Gema
¼ de xícara de chá (50ml) de Água
1 colher de sopa rasa (1g) Edulcorante em pó
1 colher de café (1,24g) de Sal

- Leite condensado dietético
1 copo requeijão cheio (120g) de leite em pó desnatado
½ copo de requeijão (150ml) de Água
1 colher de sopa rasa (20g) Adoçante em pó
1 colher de sopa cheia (28g) Margarina sem sal

- Mousse
1 ½ xícara de chá (350ml) de Suco de maracujá
1 lata sem soro (236g) Creme de leite
½ pacote (6g) Gelatina em pó incolor e sem sabor
1 receita de Leite condensado dietético

Modo de Preparo:

Bater todos os ingredientes do leite condensado por 5 minutos e reservar.
Preparar a massa misturando a farinha, o sal e o edulcorante com a margarina até formar uma farofa. Acrescentar a gema e depois colocar aos poucos a água.
Forrar a assadeira com a massa e assar em forno médio (200ºC) até dourar. Bater os ingredientes da mousse rapidamente no
liquidificador.


Rechear a massa pronta e levar à geladeira por 3 horas.
Enfeitar com semente de maracujá.

Rendimento: 8 porções

Informações Nutricionais por porção

Calorias: 366 Kcal
Proteínas: 13g
Carboidratos: 42g
Lipídeos: 22,7g

Fonte: http://www.diabeticool.com/receita-torta-mousse-de-maracuja/

domingo, 20 de outubro de 2013

Diabetes tipo 2: prevenção e cura através do estilo de vida

– por Otávio Simões

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Entre as constatações científicas sobre os benefícios do vegetarianismo para a saúde, uma das que considero mais surpreendentes relaciona-se com a indicação da dieta para a prevenção e cura de doenças crônicas, como a diabetes tipo 2.

Parece contraditório falar sobre a cura de uma doença crônica, mas foi essa a principal conclusão de um recente estudo publicado em uma revista científica no Reino Unido.

O artigo dos pesquisadores da Universidade de Newcastle, publicado na revista científica “Diabetologia”, indicou que a dieta reduziu os níveis de gordura no fígado e no pâncreas de 11 pacientes estudados, ajudando os níveis de insulina a voltarem ao normal.

Os pesquisadores ainda afirmam que “(…) embora este estudo seja com pessoas diagnosticadas com diabetes apenas nos últimos quatro anos, há potencial para as pessoas com diabetes de mais longo prazo tentarem reverter as coisas.”

A dieta fez com que os participantes da pesquisa cortassem radicalmente a ingestão de calorias por dois meses, consumindo apenas alimentos dietéticos, líquidos e legumes sem amido.

Depois de uma semana fazendo o experimento, os pesquisadores observaram que os níveis de açúcar no sangue dos pacientes antes do café da manhã já havia voltado ao normal.

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É importante observar que os pesquisadores submeteram os pacientes a uma dieta considerada muito restrita, o que não os permite considerar a sua indicação. Ao mesmo tempo, como já deixamos claro em outras postagens e sempre é a tônica dos artigos do portal, as mudanças alimentares devem ser feitas de forma responsável e gradativa, sendo essencial o acompanhamento de nutricionista.

Por outro lado, considerando a pesquisa num aspecto crítico, é fácil perceber a relação entre a adoção da dieta vegetariana (a que foi adotada na pesquisa), com consequente emagrecimento, e a reversão dos casos de diabetes tipo 2, muito embora os pesquisadores não tenham deixado isso claro.

Note ainda que não é apenas uma simples mudança na dieta que poderá reverter um caso de diabetes. A prática de exercícios físicos, por exemplo, é uma das medidas mais eficazes no combate à doença, por estar relacionada ao emagrecimento saudável. Aproveite e comece hoje mesmo a se exercitar. A caminhada é uma excelente opção. Outra dica é o consumo de bastante fibras, responsáveis por diminuir os níveis de glicose no sangue.

Considero que uma pesquisa desse caráter, em que se nota claramente uma relação estreita entre uma dieta vegetariana e a cura do diabetes tipo 2, constitui um poderoso incentivo a favor de um estilo de vida saudável. São resultados que devem encorajar não somente os diabéticos, mas todos aqueles que almejam ter melhor qualidade de vida. Afinal, se é um agente de cura, a dieta vegetariana, certamente, é a escolha mais saudável em termos de prevenção.

Prova disso é a recomendação da Associação Dietética Americana (ADA), segundo a qual a dieta vegetariana bem planejada é uma opção saudável para crianças, adolescentes e adultos. Os nutricionistas Winston Craig e Reed Mangels, conselheiros da ADA, enfatizaram que quem é vegetariano ou exclui a carne do cardápio alguns dias da semana tem menos colesterol alto, problemas cardiovasculares, hipertensão e diabetes tipo 2 .

O vegetarianismo, que desde o princípio foi a dieta estabelecida pelo Criador no Gênesis, está a cada dia sendo endossado pela ciência médica e pesquisas na área de nutrição (é certo que só o fato de o Criador ter aconselhado assim já bastaria, já que Ele é conhecedor de cada detalhe do nosso organismo). Mas Ele, como um Pai maravilhoso, ainda dá uma colher de chá para não perdermos de vista Seus preceitos e alcançarmos vida em abundância. E você, que escolhas saudáveis fará hoje?

Por Otávio Simões

Fontes:

http://www1.folha.uol.com.br/bbc/934397-dieta-radical-reverte-diabetes-tipo-2-em-pacientes.shtml

www.criacionismo.com.br

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Bolo de Frutas sem Gluten e sem Açucar

 

Uma deliciosa receita super simples de fazer e com um resultado surpreendente! Sem acucar, sem gluten e com muito sabor!

Vale a pena mesmo fazer esta delicia!

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INGREDIENTES

- 500 g de frutas secas
- 1 xicara de suco de laranja natural
- 1 xicara de farinha de arroz
- 1/2 colher de sopa de fermento em pó


PREPARO
Para esta receita eu usei figo turco, passas de uva, tamaras e pessegos. Voce pode escolher as frutas de sua preferencia, desde que mantenha a quantidade indicada na receita.


Corte as frutas em pedacos grandes e coloque o suco de laranja para hidratar. Deixe descansando por alguns minutos.


Acrescente entao a farinha de arroz e o fermento e misture bem para agregar bem os ingredientes. Se quizer pode misturar com as maos.

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Unte uma forma do formato que desejar e coloque a massa para assar em forno pre-aquecido por mais ou menos 45 minutos em fogo baixo ou ate que esteja dourado.

Fonte: http://blog.veganana.com.br

sábado, 28 de setembro de 2013

Bolo de fubá sem glúten sem lactose e sem açúcar

 

INGREDIENTES

  • 2 ovos
  • 1 copo de suco de laranja
  • 1 copo de adoçante forno e fogão
  • Menos de ½ copo de óleo de canola
  • 1 copo bem cheio de farinha de milho
  • 1 colher (sobremesa) de fermento em pó
  • 1 colher (sopa) de fubá

 

MODO DE PREPARO

  1. Bater tudo no liquidificador
  2. Coloque em assadeira untada e polvilhada com creme de arroz
  3. Leve ao forno médio, pré - aquecido, por aproximadamente 40 minutos, ou até dourar
Informaçães Adicionais
  • Você pode incrementar esta receita acrescentando: nozes picadas, amêndoas, castanha do pará ou erva doce.

Fonte: http://tudogostoso.uol.com.br

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Pavê de frutas vermelhas com chocolate - Sem Açucar

 

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Bolo:

5 ovos

3 colheres de sopa de adoçante

2 colheres de sopa de farinha de trigo

2 colheres de sopa de farelo de trigo

2 colheres de sopa de chocolate em pó sem açúcar

1 colher de sobremesa de fermento em pó

 

Creme de chocolate

2 xícaras de chá de leite desnatado

2 colheres de sopa de leite em pó desnatado

1 colher de sopa de maisena

2 gemas

1 colher de chá de baunilha

2 colheres de sopa de chocolate em pó em açúcar

 

Cobertura

4 potinhos de iogurte sabor frutas vermelhas

1 pacote de gelatina em pó sem sabor

½ xícara de chá de água

 

Modo de preparo

Bolo: Separe as claras das gemas. Coloque na batedeira as claras em neve e bata por 2 minutos. Acrescente o adoçante e bata por mais dois minutos. Em seguida, retire da batedeira e acrescente a farinha, o farelo, o chocolate e o fermento em pó. Misture delicadamente e despeje em uma fôrma retangular média, previamente untada e enfarinhada. Leve para assar em forno médio preaquecido por 13 minutos. Reserve.

Creme de chocolate: Coloque todos os ingredientes em uma panela e misture bem. Leve ao fogo e mexa sempre até formar um creme gostoso. Deixe esfriar.

Cobertura: Leve ao liquidificador o iogurte com a gelatina previamente dissolvida e aquecida na água por 3 minutos. Reserve.

Montagem: Em uma travessa refratária, coloque o bolo de maneira que cubra todo o fundo da travessa. Em seguida, coloque o creme de chocolate delicadamente. Leve à geladeira por 2 horas. Depois, coloque a cobertura e leve à geladeira por mais uma hora. Sirva em seguida.

Fonte: Sua dieta

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Pavê Vegetariano – Sem Ovo, Leite e Açucar

Ingredientes:
- 4 xícaras de bolo esfarelado (veja a receita de bolo naturalaqui)
- 1 xícara de geléia de tâmara
- 1 xícara de geléia de ameixa
- 1 xícara de geléia de damasco
- 100 gramas de tofu
- 2 colheres de sopa de agave azul – (xarope adoçante)
- 2 xícaras de suco de uva, natural e sem açúcar.

As geléias você pode fazer em casa com as frutas secas. No dia anterior coloque água filtrada no recipiente da fruta seca e deixe descansar até o dia seguinte. Coloque no liquidificador a fruta seca com a água e bata. Pronto, sua geléia natural está pronta!

Modo de Preparo
Esfarele o bolo natural e coloque numa tigela funda.


Junte a geléia de tâmaras e misture bem formando uma massa seca e quebradiça.
Divida na tigela esta mistura em 3 partes e despeje uma delas na base de uma forma que vai receber o pavê.


Amasse bem esta mistura no fundo todo da forma, fazendo uma base.
Molhe bem com o suco de uva ou de maça e espalhe a geléia de ameixa por toda a área.
Despeje mais uma parte da massa de quebradiça do bolo fazendo uma segunda camada, cubra a geléia de ameixa completamente, compacte a massa e novamente molhe com o suco escolhido.


Espalhe a geléia de damascos e cubra com o restante da massa que ficou na tigela.
Espalhe bem, cubra toda a geléia com cuidado, compacte a massa e molhe com o restante do suco.

Leve o tofu ao processador ou ao liquidificador e bata bem com o xarope adoçante. Bata por uns 3 minutos para que ele fique bem aerado. Vai lembrar uma clara batida em neve.
Espalhe esta mistura sobre a última camada do pavê. Faça uma camada grossa e leve à geladeira por no mínimo 2 horas.


Decore com nozes, castanhas, calda de alfarroba ou qualquer fruta da sua preferência e sirva.

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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Conheça os alimentos ideais para diabéticos

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Uma alimentação saudável é extremamente importante na vida dos diabéticos. A dieta para as pessoas que possuem a doença não precisa ser sem sabor nem sem tempero, mas ela deve ter alguns cuidados especiais.
De acordo com a nutricionista Bruna Murta, da rede Mundo Verde, o diabético deve cortar de sua dieta alguns alimentos: açúcar, mel, caldo de cana, melado, rapadura; carboidratos de alto índice glicêmico e pobres em fibras como refrigerantes, balas, biscoitos doces, farinha branca, bebidas alcoólicas, café, fumo e deve ainda evitar o consumo excessivo de sal.
A nutricionista diz que é importante que o paciente que tem diabetes pratique atividades físicas de forma regular e orientada, pois isso melhora a ação da insulina, contribuindo para o controle da glicose. “As refeições devem ser realizadas com intervalos máximos de três a quatro horas, totalizando de cinco a seis porções ao dia, evitando permanecer em jejum prolongado. É importante ainda realizar uma refeição leve antes de dormir e tomar café da manhã assim que acordar”, explica Bruna.

Confira os alimentos que auxiliam no combate do diabetes:

Alimentos fontes de fibras solúveis: em contato com o líquido no interior do estômago formam uma espécie de “gel” que retarda o esvaziamento gástrico, dificultando o acesso das enzimas digestivas aos alimentos e retardando o aumento da glicemia.

O
Portal da Band dá exemplos de alimentos que são fontes de fibras solúveis:

Farinha ou biomassa de banana verde:
fonte de amido resistente, um tipo de fibra solúvel;

Aveia: fonte de betaglucana;
Semente de linhaça: fonte de fibras solúveis e insolúveis, que retardam a absorção da glicose, além de ser rica em ômega 3, de ação antiinflamatória, que tem relação com o tratamento do diabetes;

Canela: a inclusão de canela na dieta de diabéticos melhora o controle da glicose. Isso porque a canela aumenta a sensibilidade do organismo à ação da insulina;

Aloe Vera:
é fonte da fibra solúvel glucomannam, responsável pela ação da aloe vera na redução do nível de glicose.

Vegetais folhosos verde escuros, oleaginosas, cereais integrais e sementes:
além de serem fontes de fibras são ricos em magnésio, mineral que melhora a ação da insulina, facilitando o transporte de glicose para dentro das células.

Levedo de cerveja, cereais integrais, cogumelos, oleaginosas, gérmen de trigo, brócolis:
são fontes de cromo, mineral que potencializa a ação da insulina.

Cereais integrais, oleaginosas, carnes e ostras:
são fontes de zinco. A deficiência dele está relacionada à diminuição da secreção da insulina, levando ao aumento dos níveis de glicose.

Flavonóides encontrados nas frutas, chá verde e suco de uva integral:
úteis no tratamento do diabetes e na prevenção e controle das complicações crônicas.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Levedo De Cerveja

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O que é Levedo de Cerveja

O levedo de cerveja é um fermento inativo resultante do processo de fermentação da cevada durante a produção de cerveja. O levedo de cerveja é uma das maiores fontes naturais de vitaminas do complexo B e de proteínas, com a vantagem de não possuir colesterol e gordura, característicos das proteínas de origem animal. O levedo de cerveja contém alto teor de proteínas, fibras e vitaminas.

A levedura de cerveja é um alimento precioso e um remédio milenar. Já assim a considerava Hipócrates, o “Pai da Medicina”, bem como os monges das confrarias medievais, que a empregavam nas curas de muitos males, principalmente nas chagas e furunculoses.

As leveduras são fungos ascomicetos, cogumelos microscópicos, que se multiplicam ordinariamente por gemação, conformando, assim, longas fiadas de células (cada uma é um ovóide com a dimensão de 8 a 10 milésimos de milímetro), como as contas de um rosário. O género Saccharomyces compreende várias espécies, de que uma das principais é a levedura de cerveja (saccharomyces cerevisae). É, de longe, a mais apreciada e a mais rica em termos alimentares. Provindo do malte, assegura as proteínas necessárias e completas em todos os aminoácidos, sendo, por isso, ideal para os que não se alimentam de carne.

 

Qual a função do Levedo de Cerveja

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O Levedo de Cerveja tem muitas funções no organismo, mediadas por seus componentes, que são muitas vitaminas e aminoácidos essenciais para o corpo humano.

A levedura de cerveja é rica em proteínas em sua composição temos (45 a 50%) muito digeríveis, possuindo todos os aminoácidos indispensáveis à vida (histidina, arginina, lisina, triptofano, alanina, leucina, isoleucina, cistina, cistaína, glicina, ácido aspártico, ácido glutâmico, fenilalanina, treonina, metionina, tirosina, valina, prolina, serina, etc), glúcidos, auxonas (complexo T), vitaminas (sobretudo do grupo B) e minerais (principalmente fósforo, ferro 3, potássio, cálcio, magnésio, silício, cobre, zinco, selénio, crómio, alumínio). Possui, igualmente, em quantidades consideráveis, lípidos (5 a 20%: estearina, palmitina, ácido aracínico), lecitinas, numerosos esteróis (os principais: ergosterol 4 e zimosterol), enzimas ou diástases (zimases, invertina, maltase, fosfatases, etc).


No que concerne ao teor vitamínico, é considerada a maior e melhor fonte conhecida. Como já dissemos, é riquíssima em complexo B, fator essencial da respiração e nutrição celulares e, assim, da manutenção do equilíbrio orgânico. Vale a pena, pois, determo-nos no seu quadro de vitaminas e factores vitamínicos:

  • B1 (aneurina ou tiamina) – protectora e equilibrante do sistema nervoso e de enorme importância no metabolismo dos glúcidos (registam-se 8 a 15mg por 100gr de levedura).
  • B2 (riboflavina ou lactoflavina) – factor de crescimento, favorece a respiração celular e regenera a flora intestinal (3,5 a 8mg).
  • B5 (ácido pantoténico) – de grande valia para o fígado, os epitélios, as mucosas respiratórias e digestivas (útil nas alergias). A carência produz dificuldades na atenção e na concentração mental, dores de cabeça, transtornos do sono, cãibras musculares e baixo rendimento energético geral. Ajuda a promover o crescimento e a pigmentação dos cabelos, e a cicatrização das feridas, sobretudo no campo da cirurgia (12 a 25mg, 8 vezes mais do que igual conteúdo de cereais).
  • B6 (adermina ou piridoxina) – factor de crescimento, estimulante muscular, favorece a formação de glóbulos vermelhos, protege a pele. Intervém na função adreno-cortical e no metabolismo do enxofre e das purinas. É antagónica à histamina, sendo, por isso, útil nas doenças alérgicas (3 a 10mg, 10 vezes mais do que em igual conteúdo de carne).
  • B9 (ácido fólico) – factor de crescimento e anti-anémica; nutriente do sistema nervoso. É muito necessária na gravidez (0,005 a 0,13mg, 20 vezes mais do que igual conteúdo de farelo de trigo).
  • B12 – intervém activamente na hematopoese (formação dos glóbulos sanguíneos) (não dispomos de valores tabelares).
  • B15 – facilita o aporte de oxigénio a todos os tecidos. Ajuda na síntese das proteínas. Estimula o sistema imunitário. É um protector hepático e combate o colesterol (não dispomos de valores).
  • BX (ácido paraminobenzóico) – é importante na boa utilização das proteínas. Mantém, e em alguns casos recupera, a pigmentação capilar, bem como a elasticidade da pele. Promove a expectoração e é balsâmica nas inflamações do tracto urinário. O seu défice pode causar eczema (0,03 a 0,55mg).
  • PP (nicotinamida) – anti-pelagra, importante para a assimilação dos amidos e gorduras, intervém na formação do sangue e na função dos nervos (30 a 80mg, 10 a 20 vezes mais do que igual conteúdo de carne).
  • Biotina – protectora da pele, anti-seborreica, importante no equilíbrio do crescimento e do sistema nervoso (2 a 7,5mg).
  • Colina – tem acção fisiológica sobre a pressão sanguínea, como antagonista da adrenalina, e na regulação dos movimentos peristálticos do intestino. Opõe-se à sedimentação de gordura a nível hepático, sendo útil nas cirroses (0,1 a 1,2mg).
  • Inositol – tem papel determinante e regulador na reprodução celular, sendo anti-cancerígeno. Combate a alopecia (queda dos cabelos). Contribui para um crescimento equilibrado. Intervém na actividade lipotrópica e na motilidade intestinal (80 a 160mg).
  • Ergosterol (provitamina D) – está intimamente ligado com a vitamina D, auxiliando na boa fixação do cálcio e do fósforo de origem alimentar. É importantíssimo na formação dos ossos e dentes e para a manutenção das suas estruturas. Tem papel na conservação do tónus muscular e na contracção dos músculos (não dispomos de valores).
  • E – é fundamental na manutenção da integridade dos tecidos da reprodução (ovários, testículos), bem como da musculatura e vasculares. É anti-esterilidade e anti-abortiva (conteúdo elevado, embora não disponhamos de valores).
  • Complexo T – promotor do crescimento, útil na anorexia infantil, doença celíaca, osteoporose e raquitismo (não dispomos de valores).

Uma vez que a levedura de cerveja é invulgarmente rica em aminoácidos fundamentais, julgamos útil reproduzir aqui as características básicas que lhes são referentes 5:

  • Arginina – tem papel preponderante na libertação das hormonas de crescimento, intervindo no desenvolvimento muscular e na redução de gordura no organismo. Tem, paralelamente, uma importante acção como retentora do nitrogénio, essencial para o crescimento dos músculos.
  • Lisina – é igualmente útil na libertação das hormonas de crescimento e utilizada para favorecer o crescimento proporcional em crianças extremamente pequenas. Actua na produção da carnitina, a qual tem a propriedade de “queimar” as gorduras em excesso no organismo. Mostrou-se, ainda, útil na prevenção dos vírus de Herpes Zoster.
  • Tirosina – é um derivado do aminoácido fenilalanina. É um precursor da hormona adrenocortical, assim como da dopamina. Actua na actividade mental.
  • Fenilalanina – estimulante da memória e da capacidade cognitiva, bem como da funcionalidade sexual. Revelou-se útil nos tratamentos anti-depressivos. Tem efeitos analgésicos.
  • Histidina – tem vindo a ser utilizada no tratamento da artrite reumatóide. Igualmente, revelou resultados positivos no combate às situações alérgicas. Conjuntamente com a niacina e a piridoxina, sugere ter efeito estimulador a nível da actividade sexual.
  • Ácido aspártico – intervém na síntese das glicoproteínas, além de desempenhar um papel na formação de glicose (conversão de hidratos de carbono, glucose, etc). Parece, ainda, incrementar a capacidade de resistência dos atletas.
  • Treonina – intervém nos processos digestivos, designadamente na função intestinal e no metabolismo dos lípidos ao nível hepático.
  • Cisteína – é um poderoso anti-oxidante que ajuda a proteger o organismo contra as bactérias, vírus, químicos e radiações nocivos. Promove a saúde capilar e a das unhas, acelerando o seu crescimento.
  • Valina – intervém determinantemente na actividade mental, na coordenação dos músculos e no equilíbrio emocional.
  • Metionina – é fundamental para a síntese da carnitina e tem um importante papel no sistema glandular. É anti-tóxica.
  • Serina – é essencial no funcionamento do cérebro.
  • Ácido glutâmico – é o único aminoácido capaz de transpor a barreira entre o sangue e o cérebro. É geralmente utilizado nos tratamentos anti-depressivos, diminuição da memória, senilidade, esquizofrenia, alcoolismo e muitas outras desordens cerebrais (é comum referir que o ácido glutâmico é o combustível do cérebro).
  • Isoleucina – é interveniente no funcionamento cerebral.
  • Glicina – experiências revelaram existir grande concentração de glicina na pele e tecido conjuntivo. Crê-se que seja beneficamente interveniente na regeneração destes tecidos, bem como no crescimento dos músculos.
  • Alanina – tem uma acção directa na redução do colesterol, particularmente quando associada com a arginina e a glicina. Contribui para a regulação dos níveis de açúcar no sangue.
  • Prolina – é um dos principais componentes do tecido conjuntivo que liga e suporta todos os outros tecidos (colagénio). Ajuda a combater a flacidez associada ao envelhecimento. Intervém beneficamente nos processos de cicatrização.

 

Benefícios do Levedo de Cerveja

Está particularmente indicada nos casos de diabetes (devido ao alto teor em glutatião – um péptido sulfurado (composto de ácido glutâmico, cisteina e glicocola), que exerce ação preponderante em todos os fenômenos biológicos e, em particular, nas reações de oxido-redução, nos processos de desintoxicação e de resistência às infecções), furunculose, acne e demais problemas de pele, gravidez, anemias, atrasos de crescimento e desenvolvimento, afecções do sistema linfático (intoxicações e infecções), arteriosclerose, doenças artríticas e alcoolismo.


O levedo de cerveja é um excelente reconstituinte e protetor do sistema nervoso. Possui ação reguladora das glândulas endócrinas, como a tiróide, o pâncreas, as supra-renais, as gônadas. É um tônico geral cardíaco e circulatório. Favorece a assimilação dos alimentos, equilibra e regenera a flora intestinal e é um notável protetor hepático (indicada nos estados pré-cirróticos e nas degenerescências adiposas do fígado). É muito adequada aos desportistas, aumentando-lhes a resistência, favorecendo o trabalho muscular e promovendo a eliminação de toxinas residuais.

 

Fontes de Levedo de Cerveja

Como alimento, usa-se misturada nas saladas, nas sopas, nas hortaliças estufadas, fritas ou cozidas (cerca de uma colher de sobremesa, para crianças; uma ou duas das de sopa, para adultos). Emulsionada em azeite pode barrar fatias de pão, substituindo, com vantagem, o queijo ou a manteiga. Também encontrada no farelo de cereais, na gema de ovo, no melaço de cana, e nas leguminosas secas.


Existe, à venda, levedura isenta de sódio, para as dietas sem sal. Para manter a sua integridade, não deve ser cozinhada, mas, sim, misturada nos outros alimentos, “em cru”, ou pode polvilhar-se, como se faz com o queijo ralado.


Existe uma opção comercializada em comprimidos ou cápsulas, que também tem grande aceitação na prescrição de várias enfermidades.

Levedura de cerveja e o diabetes

Pelo seu alto teor de cromo, o levedo de cerveja pode ser consumido por quem possui diabetes, pois ajuda a regular a produção de insulina, graças ao cromo e a vitamina B.

O levedo de cerveja pode ser encontrado em casas de produtos naturais sendo vendido o pó a granel, e pode ser consumido misturada a saladas, sopas, sucos, vitaminas ou então na ração humana. Não é recomendado cozinhar o levedo, já que assim perde grande partes de suas substâncias benéficas.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Cheesecake de Blueberry (Mirtilo) e Limão – Sem Açucar

Naturalmente doces as blueberries combinam bastante com esse recheio cremoso.

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Crosta
1 1/2 xícaras de farinha de trigo integral
1/4 colher de chá de fermento em pó
1/4 colher de chá de bicarbonato de sódio
1/4 colher de chá de sal
2 colheres de sopa de manteiga sem sal amolecida
2 colheres de sopa de óleo de canola
1/2 xícara de adoçante
1 ovo grande, levemente batido
1 colher de chá de extrato de baunilha

Cream Cheese
12 oz (340g) cream cheese light 
1/2 xícara de adoçante
1 colher de sopa de amido de milho
2 ovos grandes, ligeiramente batidos
4 colheres de chá de raspas de limão fresco ralado
1 1/2 colher de chá de extrato de baunilha
3 xícaras de mirtilos frescos ou congelados (que estejam parcialmente descongelados)

1 - Pré-aqueça o forno a 350 ° F (180 ° C). Cubra uma assadeira de 9x13 polegadas (23x33 centímetros) com spray antiaderente.

2- Para fazer a crosta: misture a farinha, o fermento, o bicarbonato e o sal em uma tigela média. Bata a manteiga, o óleo e o adoçante com uma batedeira em uma tigela até ficar homogêneo. Adicione o ovo e a baunilha. Bata até ficar homogêneo. Adicione os ingredientes secos e misture com uma espátula de borracha apenas até que os ingredientes secos estejam umedecidos. Transfira a massa para a assadeira preparada. Use um pedaço de filme plástico para pressioná-lo em uma camada uniforme.

3 - Asse a massa, descoberta, até até que inche e começe a dourar nas bordas, cerca de 20 minutos.

4 - Para fazer o recheio de cream cheese: Misture o cream cheese, o adoçante e o amido de milho em uma batedeira ou no processador de alimentos até ficar homogêneo e cremoso. Adicione os ovos, as raspas de limão e baunilha. Bata até ficar homogêneo. Espalhe as blueberries sobre a crosta. Despeje a massa de cream cheese sobre os mirtilos, espalhando uniformemente.

5 - Asse até que o recheio fique definido, de 35 a 40 minutos. Deixe esfriar completamente na assadeira sobre uma gradinha. Corte em 24 barras com uma faca afiada que tenha sido revestida com spray antiaderente. Uma porção é um bar. Cobertas, as barras podem ser mantidas, na geladeira por até 4 dias ou no freezer por até 1 mês.


Informação Nutricional (por porção)
Calorias: 140
Gordura: 6g
Gordura saturada: 3g
Colesterol: 40mg
Sódio: 105 mg
Carboidratos: 17g
Proteína: 3g
Fibra: 1g

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Torta Tropicália – Sem Açucar

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Ingredientes
Massa
• 1/2 xícara de chá de margarina
• 2 gemas
• 1 1/2 xícara de chá de farinha de trigo
• 1 colher de chá de fermento em pó
• 3 a 4 colheres de sopa de água
• Margarina para untar
Creme
• 2 xícaras de chá de leite desnatado
• 2 gemas
• 2 colheres de sopa de maisena
• 1 colher de chá de margarina
• 1 colher de chá de essência de baunilha
• 2 colheres de sopa de coco ralado
• 16 colheres de café bem rasas de adoçante em pó à base de aspartame
Cobertura
• 2 kiwis descascados e fatiados
• 3 fatias de abacaxi
• 1/2 xícara de chá de água
• 3 colheres rasas de café de adoçante em pó à base de aspartame
• Morangos para decorar
Modo de Preparo

Bata a margarina e as gemas até obter um creme. Desligue a batedeira e junte a farinha de trigo peneirada com o fermento, amassando com a ponta dos dedos. Vá adicionando água conforme o necessário. Com a massa, forre uma forma desmontável média, levemente untada, e faça alguns furos com o garfo. Leve ao forno preaquecido e moderado (180ºC) por 25 minutos. Enquanto isso, leve uma panela ao fogo com o leite, as gemas, a maisena, a margarina, a essência de baunilha e o coco, mexendo sempre até engrossar. Retire do fogo e bata vigorosamente. Acrescente o adoçante e aplique sobre a massa. Leve uma panela ao fogo brando com o kiwi, o abacaxi, a água e deixe ferver rapidamente. Retire do fogo, escorra bem a água, misture o adoçante e distribua sobre o creme de maneira decorativa. Enfeite com morangos.

Fonte: http://acasadamolly.blogspot.com.br

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Maracujá - O segredo está na casca

 

E ela vai para o lixo. Que desperdício, já que poderia virar uma farinha ótima para os diabéticos, cheia de pectina, fibra poderosa contra os picos de glicose

por Thais Szegö | design Eder Redder |foto Dercilio Vanzelli
Solange Miranda Junqueira Guertzenstein, do Centro Universitário São Camilo, em São Paulo, baseou sua tese de mestrado sobre glicemia na pesquisa. "Depois de consumida, a pectina se transforma em um gel que não é absorvido no processo da digestão", explica. "Assim, durante seu trajeto entre a boca e o intestino, ela carrega consigo não apenas a glicose, mas também o colesterol dos alimentos, até eliminá-los no bolo fecal." Ou seja, o produto do maracujá beneficia também quem apresenta altas taxas dessa gordura arriscada para as artérias. Segundo Solange, a farinha conta com 20% de pectina, o que também favorece a perda de peso. "Essa espécie de gelatina faz volume dentro do estômago e dá saciedade", garante.

Ainda não existem estudos sobre eventuais respostas adversas da farinha de maracujá nos seres humanos, mas os especialistas não acreditam em contra- indicações. Mesmo assim, convém prestar atenção nas reações do organismo. "O consumo excessivo de fibras pode causar diarréia e, por tabela, perda de nutrientes", alerta Glaucia Pastore, presidente da Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos. É bom saber que o consumo diário máximo de fibras em geral é de 30 gramas, segundo recomendação da Food and Agriculture Organization (FAO), órgão das Nações Unidas para a alimentação. Para se ter uma idéia, uma colher de sopa da farinha contabiliza 3,5 gramas, ou seja, fica longe desse limite.

E importante: agora que a farinha começa a ganhar notoriedade, surgem ofertas de produtos fantásticos, veiculadas principalmente pela internet. Seriam confiáveis? "Por enquanto não conheço nenhum que tenha sido aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária", responde Solange Miranda Junqueira Guertzenstein. O aval da Anvisa é obrigatório para quem deseja um consumo seguro. O químico Sabaa Srur ressalta ainda que esses produtos industrializados são feitos muitas vezes com a parte amarela da casca do maracujá, bem mais pobre em pectina. Melhor, portanto, fazer a receita em casa. O único inconveniente é que ela rende muito pouco. "Apenas cerca de 7% da casca vira farinha", revela Sabaa. Então, em caso de diabete na família, você vai precisar de ânimo para muitas fornadas mas nunca, em hipótese nenhuma, abandone o tratamento prescrito pelo médico.

ESSA TAL PECTINA
Ela é uma espécie de fibra solúvel que, junto com a celulose e a lignina, compõe a parede celular das plantas. "Está em todas as frutas, mas a maçã, a pêra, a laranja, o limão e o pêssego são especialmente ricos nela", revela a farmacêutica bioquímica Maria Helene Canteri Schemin, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná. O endocrinologista Fadlo Fraige Filho, presidente da Associação Nacional de Assistência ao Diabético, reconhece a ação da pectina no combate aos picos de insulina, mas ressalva: "Qualquer alimento rico em fibras pode produzir o mesmo efeito". A questão é que muitas das frutas cheias de pectina têm também muito açúcar. Está aí uma vantagem da farinha de maracujá.

QUANTO CONSUMIR?
BOA PERGUNTA...
Ainda não há um consenso entre os especialistas em relação à quantidade de farinha de maracujá que deve ser ingerida por dia. Solange Miranda Junqueira Guertzenstein indica 1 colher de sopa meia hora antes do almoço e outra meia hora antes do jantar. "O pó pode ser dissolvido em um suco", exemplifica. Já o nutrólogo Edson Credidio, diretor da Associação Brasileira de Nutrologia, sugere apenas1 colher de sopa do pó no café da manhã. Para que o sabor da farinha se mantenha neutro, é importante prepará-la de acordo com a receita. Caso contrário, o sabor característico do maracujá pode predominar e interferir no gosto dos outros alimentos. Sim, não é só no suco que a farinha vai bem. Você também pode salpicá-la na comida. Só não vale levá-la ao fogo, pois ainda não há estudos que garantam que essa exposição extra ao calor não altere suas propriedades e a textura dos alimentos.

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Fonte: http://saude.abril.com.br/

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Pesquisa diz que um refrigerante por dia aumenta risco de diabetes

 

Beber uma ou mais latas de refrigerantes por dia aumenta o risco de diabetes na vida adulta, de acordo com um estudo europeu publicado na revista britânica Diabetologia.

A pesquisa parece confirmar estudos americanos sobre o mesmo tema.

De acordo com seus coordenadores, do Imperial College London, quem bebe uma lata por dia de refrigerante sem ser diet tem um risco de desenvolver diabetes 20% maior do que quem consome uma lata ou menos por mês.

"E para cada lata de refrigerante que um indivíduo bebe por dia, o risco de diabetes aumenta mais", disse à BBC a pesquisadora Dora Romaguera, do Imperial College London.

A pesquisa foi realizada a partir de dados coletados no Reino Unido, Alemanha, Dinamarca, Itália, Espanha, Suécia, França e Holanda. Nela, cerca de 350.000 pessoas foram questionadas sobre sua dieta.

"Dado o aumento do consumo dessas bebidas na Europa, concluímos que é preciso dar à população informações claras sobre os seus efeitos sobre a saúde", conclui a pesquisa, que indica que o consumo de suco de frutas não tem o mesmo efeito o de refrigerante com açúcar.

Calorias

Matthew Hobbs, diretor de pesquisas da organização Diabetes UK, ressalta que a ligação entre refrigerantes e diabetes tipo 2 é observada mesmo quando o índice de massa corporal é levado em conta. Ou seja, o risco de desenvolver diabetes é maior mesmo em pessoas magras que consomem uma lata diária de refrigerante.

Segundo Hobbs, isso sugere que esse risco não estaria ligado ao fato de que quem consome a bebida estar ingerindo muitas calorias, embora mais estudos sejam necessários para comprovar isso.

"De qualquer forma, recomendamos um limite no consumo de alimentos e bebidas açucarados porque, por serem ricos em calorias, eles podem levar a um ganho de peso. E sabemos que a manutenção de um peso saudável é muito importante para se evitar a diabetes tipo 2", diz Hobbs.

Patrick Wolfe, da University College London, enfatiza que os refrigerantes açucarados são apenas um entre muitos outros fatores de risco para a diabetes tipo 2.

"Mas já que esse é um risco que podemos facilmente eliminar - trocando os refrigerantes com açúcar por refrigerantes diet ou, melhor ainda, cortando os refrigerantes de nossa dieta, faz sentido fazer isso", opina.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/