Por essa você não esperava, um refrigerante orgânico, sem conservantes e sem ingredientes artificiais…
Por essa você não esperava, um refrigerante orgânico, sem conservantes e sem ingredientes artificiais…
Se você tem a preocupação de oferecer ao seu filhote o maior número possível de alimentos orgânicos, mas tem dificuldade em encontrá-los ou falta tempo para fazer a papinha em casa, não pode perder esse post do Mil Dicas de Mãe!
Já pensou em fazer uma encomenda de papinhas orgânicas? Isso pode ser mais fácil do que parece! Andei pesquisando o assunto e encontrei algumas boas notícias:
- O supermercado Pão de Açúcar tem na sua seção de congelados papinhas orgânicas da marca Jasmine. No site do Pão de Açúcar Delivery você pode comprar os sabores de maçã e mix de frutas, ambos com 113g (R$4,99).
- O Empório da Papinha oferece papinhas orgânicas prontas salgadas e doces nos mais diversos sabores. Algumas de suas receitas também apresentam o selo Kosher, que as certifica para consumo segundo os preceitos da religião judaica para preparo de alimentos. Além das lojas físicas em SP capital e Grande SP, Rio de Janeiro e Salvador, essas cidades também contam com o atendimento delivery.
Fonte: http://www.mildicasdemae.com.br
Você é uma mãe antenada com as questões ambientais do nosso planeta? Então vai gostar do post de hoje do Mil Dicas de Mãe!
Já há algum tempo, as mães ecologicamente corretas podem encontrar roupas feitas em algodão orgânico para vestir seus bebês. Para receber o nome de orgânico, esse algodão deve ter sido cultivado livre de agrotóxicos ou adubos químicos, para que não cause agressão ao meio ambiente.
Agora existe um avanço nessa questão: uma nova geração de roupas está sendo confeccionada com um algodão que, além de ser produzido de forma sustentável, dispensa a etapa de tingimento químico (que gera MUITOS resíduos e contribui sensivelmente para a poluição ambiental). Essas roupas são feitas em algodão naturalmente colorido em diversos tons, como o rosa, o verde, o azul, o marrom claro e o marrom escuro, fruto de muita pesquisa e melhoramento genético. Ou então são tingidas em outras cores, mas com corantes naturais à base de plantas, que causam baixo impacto no ambiente. O amaciamento também é feito naturalmente, com produtos como a manteiga de cupuaçu da Amazônia.
Achou tudo de bom e quer comprar para o seu filho? Pensou que seria um ótimo presente para o filho daquela amiga super ecológica? Aqui fica o contato de dois locais onde comprar (infelizmente ainda são poucos os lugares que disponibilizam esses produtos de última geração): Chamomilla Baby (minha filha ganhou um macacão de lá e o produto era realmente incrível) e Natures Purest, ambos disponíveis no Brasil.
Fonte: http://www.mildicasdemae.com.br
Dra. Mara Cristina de Sousa Miranda
Nutricionista – Empório da Papinha
Produto orgânico é o resultado de um sistema de produção agrícola que não utiliza agrotóxicos, aditivos químicos ou modificações moleculares em sementes.
Este cultivo busca manejar de forma equilibrada, através de métodos naturais de adubação e de controle de pragas, o solo e demais recursos naturais, preservando-os de contaminações e utilizando-os de maneira sustentável, mantendo a harmonia entre homem e natureza.
Nas últimas décadas, o uso indiscriminado de agrotóxicos e produtos químicos na produção de alimentos vem causando preocupação em diversas partes do mundo. Um forte exemplo é a crítica ao modelo de agricultura vigente que cresce à medida que estudos comprovam que os agrotóxicos contaminam os alimentos e o meio ambiente, causando danos à saúde.
A partir dos anos sessenta os efeitos nocivos da agricultura convencional especialmente os resíduos de agrotóxicos encontrados na água, no solo e nos alimentos – tornaram-se mais evidentes e, em diversos países, o movimento ambientalista fortaleceu a proposta da agricultura orgânica.
Dentro deste contexto, tem aumentado progressivamente a procura por alimentos produzidos de forma orgânica, isto é, livres de fertilizantes químicos, agrotóxicos, antibióticos, hormônios e outras drogas usualmente utilizadas. Estudos científicos sugerem que os alimentos orgânicos são melhores para a nossa saúde, pois o seu valor nutricional é maior do que aqueles produzidos convencionalmente.
Atualmente encontramos desde cereais, carne, frango, toda linha de laticínios e até papinhas e comidinhas para bebes, totalmente orgânicos, alem de alguns condimentos e outros produtos de mercearia seca que são comercializados em redes de supermercados e diversas lojas. Alguns produtores/empresas fazem o serviço de entrega domiciliar. Muitas empresas investem neste mercado “orgânico” viabilizando cada vez mais uma alimentação habitual com uma gama de muitos produtos que têm como principal característica a ausência de insumos químicos, corantes, conservantes, acidulantes, entre outros, na sua produção.
Todo produto orgânico deve ter um selo de certificação que comprova a procedência dos produtos e sua qualidade.
Os consumidores de produtos orgânicos destacam a diferença de preço e de qualidade entre os produtos orgânicos e os convencionais – “podem custar um pouco mais, mas não tem agrotóxicos, aditivos, conservantes, corantes ou acidulantes o que garante uma melhor qualidade na alimentação da minha família e estão sempre “fresquinhos”.
Facilmente comprovamos que os consumidores de produtos orgânicos fazem opções diversas em relação aos cuidados com a saúde. A alimentação orgânica representa um dos meios para garantir a saúde e, quando necessitam de outros cuidados, preferem a homeopatia e outras práticas de medicina natural ao tratamento alopático.
Percebe-se nas idéias e atitudes desses consumidores uma reação às transformações alimentares dos últimos tempos. A alimentação moderna vem mudando os hábitos das pessoas com a industrialização de refeições pré-preparadas ou prontas com adição de conservantes, estabilizantes e outros produtos químicos que ao serem consumidos ao longo da vida trarão prejuízos a saúde. Para estes consumidores, o alimento orgânico significa um meio de prevenir doenças, dessa forma, adquire um valor de garantia e investimento na saúde.
Estudos científicos sugerem que os alimentos orgânicos são melhores para a nossa saúde, pois o seu valor nutricional é maior do que aqueles produzidos convencionalmente.
Fonte: http://planetaorganico.com.br
Os Benefícios do Óleo de Coco Extra Virgem
Por serem ricos em ácido láurico, óleos vegetais de coco são muito procurados pela indústria de alimentos e da química cosmética, entre outros motivos, por sua baixa rancidade, sua facilidade de derreter e sua habilidade de formar emulsões estáveis e espuma. Esses fatores têm levado o óleo de coco a ser usado como o melhor substituto da gordura animal em margarinas, biscoitos, bolos, sorvetes e cremes para bolos, substituindo também a manteiga de cacau. Aliado a isso, o óleo de coco tem maior grau de digestibilidade que qualquer gordura, incluindo a manteiga, e isso devido a seu alto percentual de glicerídeos assimiláveis (91%).
Promove a saúde do coração
O óleo de coco extra virgem auxilia no balanceamento das taxas de colesterol do sangue por manter ou aumentar o índice do bom colesterol (HDL), contribuindo para a prevenção e o tratamento de doenças cerebrais e cardiovasculares (Mesink & Katan, 1990; Willet et al, 1993; Ascherio & Willet, 1997; Lichtenstein et al, 1999; Norton et al, 2005).
Contribui para um metabolismo saudável promovendo a perda de peso
Estudo publicado em 1986 no American Journal of Clinical Nutrition, realizado por uma equipe liderada pelo Dr. T.B. Seaton, concluiu que pessoas que comeram alimentos que continham Ácidos Graxos de Cadeia Média (como os encontrados no óleo de coco) aumentaram sua taxa metabólica em média 12%, em comparação com um aumento de apenas 4% para aquelas que comeram as refeições com ácidos graxos de cadeia longa (TCL). Outra pesquisa, publicada no mesmo periódico científico (2000), confirmou que o corpo queima o óleo de coco três vezes mais rápido do que muitas outras gorduras.
Já em recente estudo (2008) publicado também no American Journal of Clinical Nutrition chegou-se a conclusão que o consumo de óleo de cadeia média (como o óleo de coco), melhora a perda de peso em comparação com azeite de oliva e pode assim ser incluído com sucesso em uma dieta de emagrecimento.
Todos esses estudos revelaram que a adição de Ácidos Graxos de Cadeia Média na dieta podem “produzir perda de peso se consumidos durante longos períodos de tempo, mesmo sem redução calórica no consumo”. Portanto, segundo os pesquisadores, uma pessoa poderia comer a mesma quantidade de calorias e ainda assim perder peso, se esta pessoa incluísse alimentos ricos em Ácidos Graxos de Cadeia Média em sua dieta! O óleo de coco é o alimento natural que apresenta a maior quantidade de Ácidos Graxos de Cadeia Média dentre todos os demais óleos vegetais conhecidos.
Saiba um pouco mais sobre o coco-da-baia
Nome científico: Cocos nucifera L.
Família: Palmae
Origem: Desconhecida, provavelmente Ásia.
Nomes comuns: Coco-da-baia, coco-da-praia, coco verde, coco seco
Características da planta: palmeira inerme, solitária, de estipe cilíndrica, lisa, podendo chegar a até 20 m de altura. Folhas de até 6 m de comprimento, com bainha de fibra grosseira e cor castanha, pecíolo longo e cerca de 100 pinas (folíolos) distribuídas em intervalos regulares. Fruto de forma ovóide, com cerca de 15 cm de diâmetro que, quando maduro, apresenta coloração castanha; possui polpa abundante de até 2 cm de espessura e a cavidade central contém um líquido aquoso ou leitoso, conhecido como água-de-coco.
Fonte: Finococo
1. Evita problemas de saúde causados pela ingestão de substâncias químicas tóxicas. Pesquisas e estudos tem demonstrado que os agrotóxicos são prejudiciais ao nosso organismo e os resíduos que permanecem nos alimentos podem provocar reações alérgicas, respiratórias, distúrbios hormonais, problemas neurológicos e até câncer.
2. Alimentos orgânicos são mais nutritivos. Solos ricos e balanceados com adubos naturais produzem alimentos com maior valor nutritivo.
3. Alimentos orgânicos são mais saborosos. Sabor e aroma são mais intensos - em sua produção não há agrotóxicos ou produtos químicos que possam alterá-los.
4. Protege futuras gerações de contaminação química. A intensa utilização de produtos químicos na produção de alimentos afeta o ar, o solo, a água, os animais e as pessoas. A agricultura orgânica exclui o uso de fertilizantes, agrotóxicos ou qualquer produto químico; e tem como base de seu trabalho a preservação dos recursos naturais.
5. Evita a erosão do solo. Através das técnicas orgânicas tais como rotação de culturas, plantio consorciado, compostagem, etc., o solo se mantém fértil e permanece produtivo ano após ano.
6. Protege a qualidade da água. Os agrotóxicos utilizados nas plantações atravessam o solo, alcançam os lençóis d'água e poluem rios e lagos.
7. Restaura a biodiversidade, protegendo a vida animal e vegetal. A agricultura orgânica respeita o equilíbrio da natureza, criando ecossistemas saudáveis. A vida silvestre, parte essencial do estabelecimento agrícola é preservada e áreas naturais são conservadas.
8. Ajuda os pequenos agricultores. Em sua maioria, a produção orgânica provém de pequenos núcleos familiares que tem na terra a sua única forma de sustento. Mantendo o solo fértil por muitos anos, o cultivo orgânico prende o homem à terra e revitaliza as comunidades rurais.
9. Economiza energia. O cultivo orgânico dispensa os agrotóxicos e adubos químicos, utilizando intensamente a cobertura morta, a incorporação de matéria orgânica ao solo e o trato manual dos canteiros. É o procedimento contrário da agricultura convencional que se apoia no petróleo como insumo de agrotóxicos e fertilizantes e é a base para a intensa mecanização que a caracteriza.
10. O produto orgânico é certificado. A qualidade do produto orgânico é assegurada por um Selo de Certificação. Este Selo é fornecido pelas associações de agricultura orgânica ou por órgãos certificadores independentes, que verificam e fiscalizam a produção de alimentos orgânicos desde a sua produção até a comercialização. O Selo de Certificação é a garantia do consumidor de estar adquirindo produtos mais saudáveis e isentos de qualquer resíduo tóxico. No Brasil existem 45 produtores com o selo orgânico fornecido pelo IBD (Instituto Biodinâmico de Desenvolvimento Rural).
Fonte: http://gestambifsul.blogspot.com.br
Com o crescente interesse por uma melhor alimentação, as empresas de refrigerante precisam repensar algumas estratégias: diminuir a quantidade de químicos, reduzir açúcar e adoçante, colocar sucos naturais de frutas. Mas, para algumas pessoas, nada disso basta. É precido, MESMO, ingerir bebidas e alimentos orgânicos, livres de agrotóxicos e das toneladas de conservantes. Pensando neste crescente grupo de consumidores, a Natumaker acaba de lançar o primeiro refrigerante orgânico do país, o Wewi.
Wewi é feito com guaraná amazônico 100% orgânico, açúcar orgânico, corante caramelo e água gaseificada. Tem 86 calorias, equivalente a uma maçã. É livre de sódio, conservantes, ácido fosfórico, corantes, edulcorantes e aromatizantes artificiais. E é bem gostoso, sem ser excessivamente doce (coisa rara), com sabor fresco do guaraná.
Inicialmente está sendo vendido apenas nas lojas da rede Pão de Açúcar de São Paulo mas, até meados de 2013, pretende-se que esteja disponível em outras capitais. Custa R$ 2,99 (250 ml).
Fonte: http://gastrolandia.uol.com.br
A chegada de um bebê é um evento que mexe com a rotina de qualquer família. É mamada para cá, fralda para lá, e quando a gente percebe está gerando uma quantidade de lixo bem maior, gastando mais energia elétrica, água… A intenção desse post não é tentar convencer você, leitor, a mudar radicalmente seus hábitos para minimizar o impacto que seu bebê causa no ambiente. E sim mostrar que, com pequenos cuidados, todo mundo pode colaborar para um futuro mais verde. Tenho certeza de que seu filho um dia irá agradecê-lo! Então aqui vão algumas dicas de sustentabilidade para as mamães e papais:
- O peito é sustentabilidade pura! O leite materno, além de ser nutricionalmente tudo o que seu bebê precisa nos primeiros meses, é fonte de alimentação verde para seu bebê. Lembre-se de que ele não exige processamento industrial, empacotamento e transporte.
- Quando seu filho começar a alimentação sólida, prefira os alimentos orgânicos (que não usam pesticidas em sua lavoura) e da estação (que não exigem grandes estufas para recriar condições climáticas diferentes).
- Já que estamos falando de alimentos verdes e saudáveis, que tal fazer uma hortinha na sua casa? Não precisa ser nada difícil de fazer, um tempero ou uma raiz já estão valendo!
- O processo de produção da indústria têxtil provoca grande impacto ambiental. Prefira roupas orgânicas ou reutilize as roupinhas do irmão mais velho, ou dos bebês da família e de amigos. Uma visita ao brechó também é boa pedida (inclusive para o seu bolso!),
- Reaproveitar os brinquedos das crianças próximas evita que mais plástico seja produzido. No meu condomínio, por exemplo, um vizinho passa os brinquedos para o outro, e quando percebemos, já estavam todos brincando juntos. Uma delícia!
- Ligue a máquina de lavar roupas apenas quando estiver cheia. E se você deixar as roupinhas de molho antes, não precisará usá-la no modo de água quente. Antes que você pergunte, lavar com água quente não elimina bactérias; seria necessário que a água atingisse o ponto de fervura para que isso acontecesse.
- Mostre para seu filho desde cedo sua preocupação ambiental. Criar crianças preparadas para um mundo mais sustentável é dever de todos nós. E lembre-se: não adianta só falar, é preciso dar o exemplo!
E você, tem alguma dica de sustentabilidade para as outras mães? Conta pra gente, deixe seu comentário aqui!
Fonte: http://www.mildicasdemae.com.br/