domingo, 14 de julho de 2013

Café é um alimento funcional e nutracêutico que melhora a satisfação, o humor e o aprendizado

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Foto: Marcos Santos/USP Imagens

O café é um alimento funcional e nutracêutico. Essa máxima já é aceita pela comunidade médico-científica por estar relacionado à prevenção de doenças físicas, mentais e degenerativas e à manutenção da saúde. Pesquisas comprovam que o café vai muito além da cafeína, contendo também diversos nutrientes: minerais – como cálcio, potássio, zinco, ferro, magnésio -, aminoácidos, proteínas, lipídeos e ainda elementos antioxidantes, entre eles os ácidos clorogênicos.

O médico neurologista Jorge Moll Neto, presidente do Instituto D’Or Pesquisa e Ensino, desenvolve pesquisa desde 2009 sobre os efeitos do café no cérebro. A etapa inicial da pesquisa, intitulada “Correlatos neurais da experiência olfativa e gustativa do café”, contou com a participação de 30 voluntários e tem o apoio do Consórcio Pesquisa Café, cujo programa de pesquisa é coordenado pela Embrapa Café. O objetivo é entender os efeitos sensoriais causados pelo aroma do café no cérebro, especificamente nos mecanismos de recompensa (prazer) e motivação. Moll constatou que o aroma do café tem um efeito poderoso sobre as regiões do cérebro que regulam a sensação de prazer, atenção e motivação.

Segundo o neurologista, o que motivou a pesquisa foi compreender os mecanismos que levam as pessoas a tomar e apreciar o café, a bebida mais consumida no mundo depois da água, sendo o Brasil o segundo maior consumidor depois dos EUA. “O café é riquíssimo em compostos químicos, muitos com efeitos biológicos ainda desconhecidos. Muitas dos benefícios atribuídos ao café – por exemplo, o efeito de estímulo intelectual e social – ainda não são compreendidos, e é por esse motivo que a Neurociência e a Medicina precisam estudá-lo”, afirma.

Pesquisa – De acordo com Moll, os voluntários são submetidos a um “exame” de ressonância magnética. À máquina que realiza o exame, está acoplado um aparelho especialmente desenvolvido para apresentar os aromas: o olfatômetro, o qual através da abertura e fechamento de válvulas permite que diversos aromas de café sejam apresentados ao voluntário.

“Por meio de vários finos tubos que chegam próximos ao nariz dos voluntários, apresentamos diversos aromas de café de forma precisamente controlada. Verificamos que o aroma do café age em vários circuitos cerebrais.

A primeira região que detectamos foi a da percepção olfativa ‘genérica’, chamada córtex olfativo, onde o cheiro é percebido”, explica. Moll salienta que qualquer tipo de cheiro ativa essa região. “O que chama atenção, no caso do café, é a potência com que o aroma da bebida evoca ativação em outras regiões do cérebro, envolvidas na experiência de recompensa ou prazer, assim como em mecanismos da atenção seletiva”.

O neurocientista compara o café, por exemplo, com o vinho ou com os perfumes. Segundo ele, o café é mais rico no perfil de aromas do que qualquer uma dessas substâncias. “O café tem mais de 200 componentes que são liberados no ar (“voláteis”) e muitos desses podem ser percebidos pelo olfato”, completa.

Futuro – A pesquisa pretende ainda descobrir se existem compostos químicos no café com efeitos mais seletivos, ou seja, se certos compostos estão associados a experiências subjetivas mais específicas e a regiões diferentes do cérebro. “O objetivo agora é a construção de um novo olfatômetro, permitindo apresentação de maior número de amostras com maior intensidade e precisão temporal. Certos cafés com diferentes concentrações de substâncias podem ter efeitos diferentes em relação à atividade cerebral”, assegura Moll.

Doenças físicas – De acordo com estudos norte-americanos, o consumo de café pode diminuir as chances de acidentes cardiovasculares (infartos) e cerebrais (“derrame” ou AVC), de diabetes e hipertensão, além de diminuir incidência da osteoporose e de crises de asma, nesse caso devido ao efeito brancodilatador da cafeína. A bebida melhora ainda a capacidade de atenção, memória e aprendizado.

“É claro que cada indivíduo é único e reage de uma forma. Os horários mais recomendados para se tomar café são no café da manhã, depois do almoço e à tarde. Algumas pessoas não devem consumir café ao fim da tarde ou à noite, pois poderão ter insônia devido à cafeína. Em média, o consumo recomendado, de acordo com estudos epidemiológicos sobre os benefícios do café, é de três a seis xícaras ao dia”, esclarece.

Doenças mentais e degenerativas – O café também é conhecido por seus potentes antagonistas opióides, os quinídeos, formados na torra do café a partir dos ácidos clorogênicos. São pouco conhecidos outros efeitos no organismo humano dos quinídeos, que também possuem uma ação inibidora da recaptação da adenosina, atuando como citoprotetor (ou seja, protegendo a célula de efeitos oxidantes).

Por isso, os ácidos clorogênicos e os quinídeos formados na torra adequada do café podem até ser mais importantes que a cafeína na bebida e de grande ajuda na prevenção e controle de distúrbios como a depressão, o alcoolismo e o uso de drogas. Estudos também comprovaram que o consumo de café pode prevenir doenças neurodegenerativas, como Parkinson e Alzheimer, potencialmente devido ao seu efeito antioxidante.

Consórcio Pesquisa Café – Congrega instituições de pesquisa, ensino e extensão localizadas nas principais regiões produtoras do País. Seu modelo de gestão incentiva a interação das instituições e a otimização de recursos humanos, físicos, financeiros e materiais. Foi criado por dez instituições: Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola – EBDA, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais – Epamig, Instituto Agronômico – IAC, Instituto Agronômico do Paraná – Iapar, Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural – Incaper, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa, Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro – Pesagro-Rio, Universidade Federal de Lavras – Ufla e Universidade Federal de Viçosa – UFV.

Texto de Flávia Bessa e Gabriela Coelho , da Embrapa, publicado pelo EcoDebate, 02/05/2013

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Fraldas de pano

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Quando se fala em fraldas de pano, a primeira imagem que vem à mente é um pedaço de tecido branco dobrado em formato triangular e preso por um alfinete. Mas até mesmo as antigas tiras de pano evoluíram e hoje são artigos de desejo de muitas mamães conscientes.

Elas são coloridas e cheias de detalhes. À primeira vista, o que chama a atenção é o aspecto estético. Para muitas mulheres, as questões ambiental e econômica também são vantagens, mas a dúvida sobre a qualidade e praticidade acaba deixando a alternativa como segunda opção.

No Grande ABC, são descartados por mês aproximadamente 3.400 toneladas de fraldas e absorventes (somando dados das prefeituras de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema e Ribeirão Pires). Pensando em diminuir a produção de lixo em sua casa, a estudante Jéssica Bonizzi, 21 anos, optou pelo uso das fraldas de pano. "Um dia me dei conta da quantidade de fraldas que jogava fora, mais ou menos umas 20 a cada três dias. A minha filha Valentina vivia assada e, quando conheci as fraldas de pano, resolvi arriscar. Foi paixão à primeira troca. Elas não vazam, como as pessoas costumam pensar, e deixam a pele do bebê respirar, ou seja, é muito melhor. E é bem prático para lavar."

O aspecto ambiental também foi decisivo para a historiadora Carla Valezin, 28, ao escolher os modelos ecológicos. "Quando estava grávida comecei a conhecer mais sobre as opções de fraldas e quis pedir várias no meu chá de bebê, porém, sabia que as pessoas não colaborariam com a iniciativa. O meu filho Mateus sofreu muito com as descartáveis. Ele tem uma alergia muito forte, fica com a pele cheia de feridas, e deve ser hereditário, pois tenho alergia aos absorventes também."

Carla lembra que, após o nascimento do filho, começou a usar absorventes de pano e o coletor menstrual, um copinho de silicone utilizado como absorvente interno, mas que é lavável. "Minha alergia acabou. Logo que vi o resultado, comecei a comprar fraldas de pano para ele. Foi como mágica, a alergia sumiu em apenas dois dias de uso."

As mães contam que a rotina das fraldas de pano não é tão assustadora. "É tudo muito simples. É só deixar de molho em água quente e depois colocar na máquina com sabão neutro", garantiu Carla.

Para a diretora do instituto ambientalista Morada da Floresta, Ana Paula Silva, é necessária mudança de comportamento. "Vendemos poucos produtos ecológicos se comparados aos números dos descartáveis, mas se todos mudarem a postura, o mundo fica melhor."

Material corresponde a 5% de todo o lixo descartado por mês

Das 68 mil toneladas de lixo produzidas por mês no Grande ABC (soma dos dados de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema e Ribeirão Pires), 3.400 toneladas são fraldas e absorventes descartáveis.

Uma fralda descartável demora cerca de 500 anos para se decompor no meio ambiente, enquanto as opções ecológicas, além de serem reutilizáveis por até três gerações da família, levam em média 90 dias para decompor a parte orgânica e no máximo 20 anos para o tecido.

Em São Caetano, parte das fraldas e absorventes recolhidos são incinerados com o lixo hospitalar, como forma de minimizar o impacto ao meio ambiente.

Algumas pessoas questionam se o uso das fraldas de pano seria prejudicial à água, gerando aumento do consumo e contaminação com o sabão. Para a professora de pós-graduação do curso de Gestão Ambiental da Fundação Santo André Ângela Baeder, colocar o aumento de consumo do recurso como vilão é um argumento com pouca fundamentação. "Atualmente existem inúmeras técnicas para reutilização da água e processos de filtragem utilizados nas estações de tratamento que proporcionam mais facilidade em tratar o líquido que sumir com o lixo que produzimos."

Para as mulheres que trocaram fraldas e absorventes descartáveis pelas opções ecológicas, há uma mudança de comportamento geral na família. Não é apenas inserido um item sustentável na casa, mas são agregados valores e novos hábitos. "Utilizo a água que fraldas e absorventes ficam de molho para regar as plantas", destacou Carla Valezin.

É importante analisar as atitudes e o quanto elas podem impactar em aspectos regionais e globais. "Para toda ação há uma reação. Utilizar descartáveis aumenta o lixo, já as ecológicas aumentam o uso de água. Mas temos que analisar o que é possível equilibrar", garante Ângela.

Pediatra alerta para cuidados com a higiene dos tecidos

Para a professora de Pediatria da Faculdade de Medicina do ABC e coordenadora da UTI Neonatal do Hospital Nardini, em Mauá, Sueli Aparecida Bispo de Souza, o uso das fraldas de pano remete à sabedoria das avós. "É intrigante ver as mães modernas voltando no tempo e adotando novamente antigos hábitos."

Independentemente da contribuição ambiental e da economia gerada pelo uso das fraldas ecológicas, a pediatra lembra que a prática exige dedicação da mãe. "Apesar de os modelos modernos serem mais práticos, utilizarem tecidos de alta absorção e terem sistema antivazamento, a mãe precisa lembrar de uma questão primordial: a higiene. É necessário utilizar água quente e lavar com sabão neutro. O mais importante é enxaguar muito bem, se possível duas vezes. Passar a fralda com o ferro quente ajuda a eliminar qualquer bactéria."

A médica diz que não há estudo comparativo entre fraldas descartáveis e ecológicas, mas que a falta de produtos químicos no tecido colabora para diminuir a incidência de reações alérgicas. "O tecido mostra quando está molhado, assim a mãe fica mais atenta às trocas e preserva a pele do bebê."

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Pavê Vegetariano – Sem Ovo, Leite e Açucar

Ingredientes:
- 4 xícaras de bolo esfarelado (veja a receita de bolo naturalaqui)
- 1 xícara de geléia de tâmara
- 1 xícara de geléia de ameixa
- 1 xícara de geléia de damasco
- 100 gramas de tofu
- 2 colheres de sopa de agave azul – (xarope adoçante)
- 2 xícaras de suco de uva, natural e sem açúcar.

As geléias você pode fazer em casa com as frutas secas. No dia anterior coloque água filtrada no recipiente da fruta seca e deixe descansar até o dia seguinte. Coloque no liquidificador a fruta seca com a água e bata. Pronto, sua geléia natural está pronta!

Modo de Preparo
Esfarele o bolo natural e coloque numa tigela funda.


Junte a geléia de tâmaras e misture bem formando uma massa seca e quebradiça.
Divida na tigela esta mistura em 3 partes e despeje uma delas na base de uma forma que vai receber o pavê.


Amasse bem esta mistura no fundo todo da forma, fazendo uma base.
Molhe bem com o suco de uva ou de maça e espalhe a geléia de ameixa por toda a área.
Despeje mais uma parte da massa de quebradiça do bolo fazendo uma segunda camada, cubra a geléia de ameixa completamente, compacte a massa e novamente molhe com o suco escolhido.


Espalhe a geléia de damascos e cubra com o restante da massa que ficou na tigela.
Espalhe bem, cubra toda a geléia com cuidado, compacte a massa e molhe com o restante do suco.

Leve o tofu ao processador ou ao liquidificador e bata bem com o xarope adoçante. Bata por uns 3 minutos para que ele fique bem aerado. Vai lembrar uma clara batida em neve.
Espalhe esta mistura sobre a última camada do pavê. Faça uma camada grossa e leve à geladeira por no mínimo 2 horas.


Decore com nozes, castanhas, calda de alfarroba ou qualquer fruta da sua preferência e sirva.

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domingo, 7 de julho de 2013

CONHEÇA OS BENEFÍCIOS DO ÓLEO DE COCO ORGÂNICO PARA A SAÚDE

Os Benefícios do Óleo de Coco Extra Virgem

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Por serem ricos em ácido láurico, óleos vegetais de coco são muito procurados pela indústria de alimentos e da química cosmética, entre outros motivos, por sua baixa rancidade, sua facilidade de derreter e sua habilidade de formar emulsões estáveis e espuma. Esses fatores têm levado o óleo de coco a ser usado como o melhor substituto da gordura animal em margarinas, biscoitos, bolos, sorvetes e cremes para bolos, substituindo também a manteiga de cacau. Aliado a isso, o óleo de coco tem maior grau de digestibilidade que qualquer gordura, incluindo a manteiga, e isso devido a seu alto percentual de glicerídeos assimiláveis (91%).

Promove a saúde do coração

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O óleo de coco extra virgem auxilia no balanceamento das taxas de colesterol do sangue por manter ou aumentar o índice do bom colesterol (HDL), contribuindo para a prevenção e o tratamento de doenças cerebrais e cardiovasculares (Mesink & Katan, 1990; Willet et al, 1993; Ascherio & Willet, 1997; Lichtenstein et al, 1999; Norton et al, 2005).

Contribui para um metabolismo saudável promovendo a perda de peso

Estudo publicado em 1986 no American Journal of Clinical Nutrition, realizado por uma equipe liderada pelo Dr. T.B. Seaton, concluiu que pessoas que comeram alimentos que continham Ácidos Graxos de Cadeia Média (como os encontrados no óleo de coco) aumentaram sua taxa metabólica em média 12%, em comparação com um aumento de apenas 4% para aquelas que comeram as refeições com ácidos graxos de cadeia longa (TCL). Outra pesquisa, publicada no mesmo periódico científico (2000), confirmou que o corpo queima o óleo de coco três vezes mais rápido do que muitas outras gorduras.

Já em recente estudo (2008) publicado também no American Journal of Clinical Nutrition  chegou-se a conclusão que o consumo de óleo de cadeia média (como o óleo de coco), melhora a perda de peso em comparação com azeite de oliva e pode assim ser incluído com sucesso em uma dieta de emagrecimento.

Todos esses estudos revelaram que a adição de Ácidos Graxos de Cadeia Média na dieta podem “produzir perda de peso se consumidos durante longos períodos de tempo, mesmo sem redução calórica no consumo”. Portanto, segundo os pesquisadores, uma pessoa poderia comer a mesma quantidade de calorias e ainda assim perder peso, se esta pessoa incluísse alimentos ricos em Ácidos Graxos de Cadeia Média em sua dieta! O óleo de coco é o alimento natural que apresenta a maior quantidade de Ácidos Graxos de Cadeia Média dentre todos os demais óleos vegetais conhecidos.

Saiba um pouco mais sobre o coco-da-baia

Nome científico: Cocos nucifera L.
Família:
Palmae
Origem:
Desconhecida, provavelmente Ásia.
Nomes comuns:
Coco-da-baia, coco-da-praia, coco verde, coco seco
Características da planta: palmeira inerme, solitária, de estipe cilíndrica, lisa, podendo chegar a até 20 m de altura. Folhas de até 6 m de comprimento, com bainha de fibra grosseira e cor castanha, pecíolo longo e cerca de 100 pinas (folíolos) distribuídas em intervalos regulares. Fruto de forma ovóide, com cerca de 15 cm de diâmetro que, quando maduro, apresenta coloração castanha; possui polpa abundante de até 2 cm de espessura e a cavidade central contém um líquido aquoso ou leitoso, conhecido como água-de-coco.

Fonte: Finococo

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Dez Motivos para Consumir Produtos Orgânicos

Evita problemas de saúde, são mais nutritivos, mais saborosos, restaura a qualidade da água.

1. Evita problemas de saúde causados pela ingestão de substâncias químicas tóxicas. Pesquisas e estudos tem demonstrado que os agrotóxicos são prejudiciais ao nosso organismo e os resíduos que permanecem nos alimentos podem provocar reações alérgicas, respiratórias, distúrbios hormonais, problemas neurológicos e até câncer.

2. Alimentos orgânicos são mais nutritivos. Solos ricos e balanceados com adubos naturais produzem alimentos com maior valor nutritivo.

3. Alimentos orgânicos são mais saborosos. Sabor e aroma são mais intensos - em sua produção não há agrotóxicos ou produtos químicos que possam alterá-los.

4. Protege futuras gerações de contaminação química. A intensa utilização de produtos químicos na produção de alimentos afeta o ar, o solo, a água, os animais e as pessoas. A agricultura orgânica exclui o uso de fertilizantes, agrotóxicos ou qualquer produto químico; e tem como base de seu trabalho a preservação dos recursos naturais. 

5. Evita a erosão do solo. Através das técnicas orgânicas tais como rotação de culturas, plantio consorciado, compostagem, etc., o solo se mantém fértil e permanece produtivo ano após ano.

6. Protege a qualidade da água. Os agrotóxicos utilizados nas plantações atravessam o solo, alcançam os lençóis d'água e poluem rios e lagos.

7. Restaura a biodiversidade, protegendo a vida animal e vegetal. A agricultura orgânica respeita o equilíbrio da natureza, criando ecossistemas saudáveis. A vida silvestre, parte essencial do estabelecimento agrícola é preservada e áreas naturais são conservadas.

8. Ajuda os pequenos agricultores. Em sua maioria, a produção orgânica provém  de pequenos núcleos familiares que tem na terra a sua única forma de sustento. Mantendo o solo fértil por muitos anos, o cultivo orgânico prende o homem à terra e revitaliza as comunidades rurais.

9. Economiza energia. O cultivo orgânico dispensa os agrotóxicos e adubos químicos, utilizando intensamente a cobertura morta, a incorporação de matéria orgânica ao solo e o trato manual dos canteiros. É o procedimento contrário da agricultura convencional que se apoia no petróleo como insumo de agrotóxicos e fertilizantes e é a base para a intensa mecanização que a caracteriza.

10. O produto orgânico é certificado. A qualidade do produto orgânico é assegurada por um Selo de Certificação. Este Selo é fornecido pelas associações de agricultura orgânica ou por órgãos certificadores independentes, que verificam e fiscalizam a produção de alimentos orgânicos desde a sua produção até a comercialização. O Selo de Certificação é a garantia do consumidor de estar adquirindo produtos mais saudáveis e isentos de qualquer resíduo tóxico. No Brasil existem 45 produtores com o selo orgânico fornecido pelo IBD (Instituto Biodinâmico de Desenvolvimento Rural).

Fonte: http://gestambifsul.blogspot.com.br

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Docinho de casca de banana – Desperdício Zero

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Ingredientes:

.1 dúzia de cascas de banana maduras lavadas e cortadas
.1/2 xícara (chá) de água
.2 xícaras (chá) de açúcar mascavo
.2 colheres (sopa) de farinha de trigo
.4 cravos-da-índia
.1 colher (sopa) de margarina  

Modo de preparo:

Ponha em uma panela as cascas de banana e adicione 1/2 xícara (chá) de água. Cozinhe até as cascas ficarem macias. Retire do fogo e reserve separadamente as cascas e a água. Transfira as cascas para o liquidificador e bata até virar uma pasta. Se necessário adicione um pouco da água reservada. Retire do liquidificador e passe por uma peneira grossa. Acrescente o açúcar, a farinha, os cravos e leve ao fogo baixo sem parar de mexer até a massa se soltar do fundo da panela. Retire do fogo e acrescente a margarina. Mexa e deixe esfriar. Enrole os docinhos e passe-os em açúcar cristal

Rendimento: 10 porções

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Faça sua própria farinha

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Com o aumento do consumo dos alimentos funcionais, o mercado tem disponibilizado uma grande variedade de produtos. Então, encontrar a farinha que você escolheu não deve causar problemas nem dar muito trabalho. Mesmo assim, fazer sua farinha em casa também é bem simples. A receita é praticamente a mesma para fazer dois tipos diferentes de farinha:

Farinha de banana-verde ou uva

Ingredientes

Bananas-verdes (descascadas) ou uvas inteiras (com casca e sementes)

Modo de preparo

Lave bem as uvas, retire as que estiverem amassadas ou podres e deixe-as de molho em água com vinagre ou hipoclorito de sódio por 15 minutos. Depois enxágue bem para retirar qualquer resíduo que possa ter ficado grudado nas cascas da fruta (as bananas dispensam a fase de lavagem, basta descascá-las!).

Corte as frutas em pedaços pequenos. Com uma panela, leve tudo ao fogo baixo ou médio para secar. Tome cuidado para não assar nem queimar as frutas. Feito isso, certifique-se de que a mistura está bem seca, sem qualquer umidade. Coloque as frutas no liquidificador (ou triturador) e bata até obter um pó bem fino.

Para que o produto não perca suas propriedades, armazene em um recipiente hermético e procure manter longe da incidência de luz e umidade.