quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Torta Mousse de Maracujá – Sem Açucar
Doce gostoso e bonito, além de ter uma receita fácil e rápida de ser feita, a torta de mousse de maracujá é uma ótima opção pra receber os amigos e parentes para o almoço do final de semana.
Ingredientes:
- Massa
4 colheres de servir cheias (180g) de Farinha de trigo
5 colheres de sobremesa (75g) de Margarina sem sal
1 unidade (15g) Gema
¼ de xícara de chá (50ml) de Água
1 colher de sopa rasa (1g) Edulcorante em pó
1 colher de café (1,24g) de Sal
- Leite condensado dietético
1 copo requeijão cheio (120g) de leite em pó desnatado
½ copo de requeijão (150ml) de Água
1 colher de sopa rasa (20g) Adoçante em pó
1 colher de sopa cheia (28g) Margarina sem sal
- Mousse
1 ½ xícara de chá (350ml) de Suco de maracujá
1 lata sem soro (236g) Creme de leite
½ pacote (6g) Gelatina em pó incolor e sem sabor
1 receita de Leite condensado dietético
Modo de Preparo:
Bater todos os ingredientes do leite condensado por 5 minutos e reservar.
Preparar a massa misturando a farinha, o sal e o edulcorante com a margarina até formar uma farofa. Acrescentar a gema e depois colocar aos poucos a água.
Forrar a assadeira com a massa e assar em forno médio (200ºC) até dourar. Bater os ingredientes da mousse rapidamente no
liquidificador.
Rechear a massa pronta e levar à geladeira por 3 horas.
Enfeitar com semente de maracujá.
Rendimento: 8 porções
Informações Nutricionais por porção
Calorias: 366 Kcal
Proteínas: 13g
Carboidratos: 42g
Lipídeos: 22,7g
Fonte: http://www.diabeticool.com/receita-torta-mousse-de-maracuja/
domingo, 8 de dezembro de 2013
Farinha de beringela ajuda a reduzir gordura abdominal
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Extrato das Sementes da Sucupira: Efeitos e Benefícios
Sobre os efeitos e benefícios das sementes de Sucupira e das propriedades antiinflamatórias e antireumáticas do extrato do óleo da semente da Sucupira.
A Sucupira-Branca (Pterodon pubescens Benth), é planta medicinal brasileira que pertencente a família das Leguminosas, sendo uma árvore nativa com distribuição pela região central do Brasil (principalmente nos estados de São Paulo, Goías e Minas Gerais). As sementes de Sucupira são usadas na medicina popular em forma de chá e em infusões de vinho para tratar doenças reumáticas e inflamatórias, como a artrite(reumatismo, artrite reumatóide), sendo muito indicada para a saúde das articulações. Estudos toxicológicos do extrato etanólico (óleo) das sementes de Sucupira não demonstraram mutagenicidade ou toxicidade na planta.
Um estudo experimental com o extrato da Sucupira – Pteridon pubescens – demonstrou cientificamente que os efeitos relatados decorrentes do uso tradicional da planta Sucupira-Branca podem significar o isolamento de novos compostos para o tratamento da artrite reumatóide e outras doenças inflamatórias crônicas e autoimunes. A artrite reumatóide é uma doença autoimune crônica caracterizada por articulações inflamadas e funções exacerbada de macrófagos e linfócitos T e B. Apesar da eficácia dos medicamentos imunossupressores, ainda é importante a pesquisa de novas alternativas e estratégias anti-reumáticas, com o objetivo de evitar os efeitos colaterais do tratamento tradicional, que em algumas pessoas, leva a interrupção do tratamento.
O efeito anti-artrítico do extrato hidroalcoólico das sementes de Sucupira-Branca (Pterodon pubescens) foi demonstrado experimentalmente utilizando a artrite induzida por colágeno (CIA). Sub-efeitos tóxicos agudos não foram observados em análises em ratos. Outras análises demonstraram efeitos anti-inflamatórios e antinociceptivos (capacidade de perceber a dor) do extrato etanólico das sementes.¹
Outro estudo, também realizado cobaias, concluiu que o extrato bruto das sementes da Sucupira (Pterodon emarginatus) foi efetiva contra o estresse oxidativo e nitrosativo induzido pelo exercício físico agudo. O extrato da Pteridon emarginatus aboliu a maioria dos processos oxidativos, proporcionando assim um a ação antioxidante e antiinflamatória contra o exercício agudo. Apesar do papel bem documentado de proteção de substâncias vegetais antioxidantes e sua capacidade de proteger contra os efeitos deletérios da oxidação, a maioria dos estudos tem analisado o efeito antioxidante de apenas uma classe de compostos ou de um composto isoladas, principalmente in vitro. Este estudo demonstrou que o extrato de Sucupira tinha ação antiinflamatória e antioxidante após a realização de exercícios, o que pode confirmar que os efeitos benéficos do extrato de Sucupira, muito utilizado na medicina popular brasileira para o tratamento de artrite, reumatismo, osteoartrite e inibição da dor, pode ser útil como um agente terapêutico contra danos oxidativos em seres humanos.²
¹ Cardoso, C.C., A.C. Pinto, P.R. Marques, C.R.M. Gayer, M.I.R. Afel, M.G.P. Coelho e K.C.C. Sabino, 2008. Suppression of T and B Cell responses by Pterodon pubescens seeds ethanolic extract. Pak. J. Biol. Sci., 11: 2308-2313. — ² Paula F.B.A, Gouvêa C.M.C.P, Alfredo P.P. e Salgado I. Protective action of a hexane crude extract of Pterodon emarginatus fruits against oxidative and nitrosative stress induced by acute exercise in rats.
Fonte: http://www.plantasmedicinaisefitoterapia.com
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Fralda biodegradável: nós testamos!
Há tempos eu procurava uma alternativa interessante para mostrar às mamães que já demonstram uma preocupação ambiental no que se refere ao uso de fraldas descartáveis. Claro que todas nós sabemos que ao jogar no lixo uma fralda descartável convencional, estamos contribuindo para o acúmulo de materiais que demorarão muitos e muitos anos para serem degradados. Por outro lado, considero algo impensável para os dias de hoje o retorno às fraldas de pano. Confesso que eu só usaria em caso de extrema necessidade (se cuidar de um recém-nascido já é extremamente cansativo, imagine então tendo que lavar quilos e quilos de fraldas de tecido diariamente). Por isso gostaria de compartilhar com vocês minha experiência com a primeira fralda ecológica do mundo, biodegradável, e que está disponível no Brasil (aliás, esse não é um post pago!).
Comecei o teste das fraldas Wiona com minha filha Catarina há mais de uma semana. A primeira impressão já foi muito boa, pois a embalagem segue a mesma linha do ecologicamente correto: uma caixa de 100% papelão, sendo 90% do material reciclado. Além disso, a empresa informa que não usa tintas tóxicas. Ponto positivo para a Wiona!
Segundo ponto: a fralda é bem, bem macia mesmo por dentro. O acolchoamento é feito com celulose de bosques de reflorestamento (parece coisa de primeiro mundo, certo? E é, a fralda é feita na Alemanha e foi lançada em 2006) e o branqueamento não usa cloro (é feito com oxigênio). Com o uso da celulose, a marca consegue reduzir pela metade a quantidade do agente de absorção da fralda, que em muitas crianças causa alergia. Ou seja, além de ecológica e biodegradável (todos os seus componentes são degradados em até cinco anos), ela é hipoalergênica. Mais pontos positivos!
Terceiro ponto: a absorção. Usei tanto durante o dia como à noite, e não tive nenhum vazamento. É verdade que a fralda é grande, maior do que uma convencional, e é também mais grossa (minha impressão é que esquenta um pouco mais do que algumas fraldas convencionais), mas Catarina não se mostrou incomodada com isso. Quando a deixei por mais horas com a fralda, parecia que o bumbum não estava tão sequinho como eu encontrava com outras marcas top convencionais. Mas por outro lado não houve um vermelhinho sequer (mesmo sem creme anti-assaduras), impressionante. Ah, e os velcros são bons, dá para abrir e fechar várias vezes que ele continua colando.
Quarto ponto: o preço. Sim, ela é mais cara do que uma fralda convencional (cerca de R$65,00 o pacote com 40 a 48 fraldas, dependendo do tamanho). Mas eu ainda acho barata para o ganho ambiental que ela traz. E pode ser comprada em lojas físicas de algumas cidades e pela internet (com entrega para todo o país).
Quinto ponto: a preocupação social da empresa. A Wiona é parceira do maior hospital de pediatria do Brasil, o Pequeno Príncipe, em Curitiba. Conforme o desempenho de vendas, a empresa doa fraldas para recém-nascidos ali internados. Muito bom saber que a preocupação da Wiona vai além da sustentabilidade!
Minha conclusão pessoal: a fralda é boa mesmo (de novo, esse não é um publieditorial). Eu gostei bastante, recomendo para todas as mães com crianças que tenham alergia às fraldas descartáveis convencionais ou que se proponham a gastar um pouco mais em função de uma vida mais sustentável. Aprovada!!!
Para outras informações: Fraldas Wiona
Fonte: http://www.mildicasdemae.com.br
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Queijadinha com casca – Desperdício Zero
Ingredientes
. 2 1/4 de xícara (chá) de farinha de trigo. 1 xícara (chá) e 1/2 colher (sopa) de manteiga
. Água
. 1 1/4 de xícara (chá) de açúcar
. 6 xícaras (chá) de coco fresco ralado
. 3 ovos
. 1/2 xícara (chá) de queijo parmesão ralado
Modo de preparo
1. Numa tigela, coloque a farinha de trigo, 1 xícara (chá) de manteiga, 9 colheres (sopa) de água e misture com as mãos.2. Sove a massa numa superfície lisa, sempre polvilhando farinha de trigo. Deixe descansar por 15 minutos.
3. Abra a massa bem fina e forre forminhas para empada.
4. Asse por 5 minutos. Deixe esfriar e reserve.
5. Prepare o recheio: numa panela, coloque 3/4 de xícara (chá) de água, o açúcar, mexa bem e deixe ferver até dar ponto de fio.
6. Retire do fogo, junte o coco, 1/2 colher (sopa) de manteiga, 3 gemas (descarte as claras), o queijo e misture bem.
7. Deixe esfriar, recheie as casquinhas e leve ao forno novamente até dourar.
Rendimento: 50 porções
domingo, 1 de dezembro de 2013
Conheça o óleo de castanha-do-pará
Engana-se quem acha que o azeite é o único óleo prensado a frio. Este, extraído da castanha-do-pará, também é -- o que garante a preservação dos seus melhores nutrientes, sobretudo os ácidos graxos essenciais, não fabricados pelo organismo. "O produto tem um sabor suave e pode ser usado para temperar saladas ou como ingrediente de vários tipos de receita", diz o engenheiro agrônomo Flavio Luis Veras, diretor técnico e comercial da Vital Âtman, indústria especializada em óleos vegetais. A recomendação de consumo é de 1 a 2 colheres de sopa por dia.
Atributos para dar e vender
Os ácidos graxos essenciais, moléculas da chamada gordura do bem, sobram na castanha-do-pará. Destacam-se sobretudo os ômegas 6 e 9, comprovadamente benéficos para o coração. A oleaginosa contém, ainda, uma considerável quantidade de proteínas e dois minerais pra lá de importantes: o zinco, que afasta o risco de infecções oportunistas, além de atuar no crescimento e na cicatrização, e o selênio, que fortalece o sistema imunológico, equilibra a tireóide e previne tumores. Sem falar em outra riqueza -- a vitamina E, que é um poderoso antioxidante. Basta uma unidade para suprir as necessidades diárias desse nutriente.
O que diz a especialista
Segundo a nutricionista Cynthia Antonaccio, da Equilibrium Consultoria em Nutrição, em São Paulo, o produto pode dar um gostinho especial à comida, mas não vale a pena usá-lo para cozinhar, já que é muito mais caro do que o óleo de soja, por exemplo, e não rende tanto. "Adicione algumas gotas ao prato já pronto", recomenda. E quem quer abaixar o ponteiro da balança deve ter cuidado, pois o produto é bem calórico -- uma colher de sopa soma 90 calorias.
Preço médio: 58 reais a garrafinha com 185 mililitros
Outras informações ao consumidor: 0800 774 3361 ou www.vitalatman.com.br
Fonte: http://saude.abril.com.br/