segunda-feira, 27 de maio de 2013

Wewi: primeiro refrigerante orgânico do país é de guaraná

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Com o crescente interesse por uma melhor alimentação, as empresas de refrigerante precisam repensar algumas estratégias: diminuir a quantidade de químicos, reduzir açúcar e adoçante, colocar sucos naturais de frutas. Mas, para algumas pessoas, nada disso basta. É precido, MESMO, ingerir bebidas e alimentos orgânicos, livres de agrotóxicos e das toneladas de conservantes. Pensando neste crescente grupo de consumidores, a Natumaker acaba de lançar o primeiro refrigerante orgânico do país, o Wewi.

Wewi é feito com guaraná amazônico 100% orgânico, açúcar orgânico, corante caramelo e água gaseificada. Tem 86 calorias, equivalente a uma maçã. É livre de  sódio, conservantes, ácido fosfórico, corantes, edulcorantes e aromatizantes artificiais. E é bem gostoso, sem ser excessivamente doce (coisa rara), com sabor fresco do guaraná.

Inicialmente está sendo vendido apenas nas lojas da rede Pão de Açúcar de São Paulo mas, até meados de 2013, pretende-se que esteja disponível em outras capitais. Custa R$ 2,99 (250 ml).

Fonte: http://gastrolandia.uol.com.br

domingo, 26 de maio de 2013

Basta uma castanha-do-pará por dia para proteger seu cérebro

Uma única unidade da oleaginosa é capaz de resguardar os neurônios, garantir o bom funcionamento da tireoide, evitar o envelhecimento precoce e blindar o coração

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Quando o consumo de um alimento é associado a um ganho para a saúde, como derrubar a pressão arterial, afugentar o diabete ou driblar o câncer, logo vem o recado: você deve ingeri-lo todos os dias e, de preferência, em doses bem caprichadas. Com a castanha-do-pará, também conhecida como castanha-do-brasil, a história é um pouco diferente. Basta uma unidade por dia, só uma mesmo, para proteger o cérebro contra males neurodegenerativos - caso da doença de Alzheimer, como sugere um estudo da nutricionista Bárbara Rita Cardoso, do Laboratório de Nutrição-Minerais da Universidade de São Paulo.

No trabalho, ela comparou o estado nutricional de voluntários saudáveis ao de portadores do problema. O resultado mostrou que o grupo com comprometimento cognitivo apresentava uma deficiência muito maior de selênio, mineral encontrado em abundância na pequena noz - para ter ideia, uma unidade concentra de 200 a 400 microgramas do nutriente. (Conheça 10 alimentos ricos em selênio.) "Hoje, a recomendação de consumo para um adulto é de 55 microgramas diários", lembra Silvia Cozzolino, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição. Ou seja, sozinha, a castanha já supre a quantidade de selênio de que seu organismo precisa. E acredite: ele realmente depende do mineral para funcionar a todo vapor.

"O selênio é fundamental para a formação de uma enzima que tem ação antioxidante, a glutationa peroxidase", explica Bárbara. Não se assuste com o palavrão. O importante é saber que tal enzima é uma das mais potentes na hora de dar um chega pra lá nos radicais livres, aquelas moléculas que danificam as células e causam todo tipo de enrascada - inclusive a morte de neurônios, o que fomenta o desenvolvimento da doença de Alzheimer.

As evidências apontam, portanto, que o consumo de selênio reduz a produção desenfreada desses inimigos. Agora, o próximo passo da investigação será analisar se incrementar a dieta com o mineral também seria capaz de barrar os danos na massa cinzenta de quem ainda não tem Alzheimer mas já é refém de falhas cognitivas leves. "Para isso, estamos oferecendo uma castanha ao dia aos voluntários. No ano que vem, teremos os primeiros resultados da intervenção", garante Bárbara.

Para o bem da tireoide

Deixar os neurônios sãos e salvos dos radicais livres e, assim, prevenir males neurodegenerativos está longe de ser o único benefício associado ao selênio da castanha. Já se sabe que ele também é fundamental para regular o trabalho da tireoide, onde são produzidos os hormônios T3 e T4, dupla que rege o funcionamento do corpo inteiro. Quem viu isso na prática foi a nutricionista Carla Soraya Costa Maia, professora da Universidade Estadual do Ceará. Durante seu estudo de doutorado, ela avaliou pacientes com problemas na tireoide - tanto hipo como hipertireoidismo - e pessoas sem nenhuma disfunção nessa glândula. Uma parte era de São Paulo, onde o solo é pobre no mineral, e a outra do Ceará, estado em que a terra esbanja selênio. Isso fez diferença.

Ao final do levantamento, a pesquisadora Carla Soraya notou que o time da capital paulista tinha menores níveis do composto na circulação. "Além disso, foi constatado que, entre pacientes com hipo ou hipertireoidismo, aqueles que moravam em São Paulo apresentavam maiores indícios de radicais livres e inflamação na glândula", informa a cientista. Os dados, afirma ela, ainda são preliminares, mas reforçam a importância da castanha-do-brasil e outras fontes de selênio para a glândula.

Por falar em radicais livres, sabia que o estresse oxidativo, como é chamado o desequilíbrio entre a formação e a remoção dessas moléculas, é bem maior em indivíduos que praticam atividades físicas moderadas ou intensas? Para evitar o envelhecimento precoce e garantir um excelente desempenho, o jeito é deixar o sistema de defesa tinindo. Uma das enzimas mais cruciais nessa empreitada é justamente a glutationa peroxadase, aquela que depende do selênio para agir. "Por isso, recomenda-se aos esportistas que a ingestão diária fique em torno de 200 microgramas", avisa Vanessa Fernandes Coutinho, diretora da empresa VFC Cursos e coordenadora das pós-graduações em nutrição clínica e pediátrica da Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro. Ora, nada que uma castanha não ofereça.

Alguns trabalhos científicos ainda sugerem mais uma grande vantagem de se render ao pequeno fruto da castanheira: o selênio diminuiria a agregação de placas nos vasos sanguíneos e a glutationa barraria a oxidação do colesterol LDL, inimigo do peito. "Ou seja, tudo indica que existe uma relação inversa entre os níveis de selênio no sangue e a incidência de doenças cardiovasculares. Mas ainda há poucos trabalhos sobre o real papel do mineral na prevenção desses males", pondera Eliana Vellozo, pesquisadora em deficiência de micronutrientes da Universidade Federal de São Paulo.

Nada de exageros

Diante de tantas promessas, imaginamos que sua vontade não é comer uma unidade, e sim um saco cheio de castanhas. Mas não leve a ideia adiante. Em doses excessivas - estamos falando de mais de 800 microgramas -, o selênio causa prejuízos. Os mais comuns são unhas fracas e quebradiças, alterações na pele e queda de cabelo. Só que a coisa pode ficar mais feia. "Em um estudo americano, ofereceram o mineral a pessoas que não precisavam da suplementação. No meio do caminho, observaram um aumento no risco de diabete", conta Silvia Cozzolino. Fica o recado: uma castanha por dia é mais do que suficiente.

O mapa das castanhas

O selênio fica retido no solo. Assim, a concentração do composto em um mesmo alimento varia de acordo com a área onde ele é cultivado. No caso da castanha-do-brasil, dois fatores contribuem para o teor altíssimo do mineral. "Além de a terra da Região Norte ser rica em selênio, a castanheira tem uma capacidade incrível de absorvê-lo", conta Otniel Freitas Silva, pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Abaixo, você vê como essa combinação se reflete na produção da oleaginosa pelo país.

Amazonas 16 012 toneladas
Acre 10 313 toneladas
Pará 7 015 toneladas
Rondônia 2 107 toneladas
Mato Grosso 1 527 toneladas
Amapá 390 toneladas
Roraima 104 toneladas

Fonte: Revista Saúde - por Thaís Manarini

sábado, 25 de maio de 2013

Macadâmia

A noz de origem australiana, ainda pouco consumida pelos brasileiros, se mostra uma excelente opção para vegetarianos em geral. Descubra os poderes naturais da macadâmia e delicie-se.

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As primeiras sementes selvagens de macadâmia foram encontradas nos estados australianos de Bauple e Queensland, mas foi no Havaí que ela se popularizou depois que chegou por volta de 1880, levada por biólogos. Atualmente, o país, famoso por suas ondas perfeitas, é o campeão de produção dessas nozes. De acordo com o Serviço de Estatísticas de Agricultura do Havaí (HASS), em 2007 o país possuía 570 fazendas que produziam 19 mil toneladas a cada ano. Apesar de os números estarem diminuindo ao longo dos anos, o volume de produção ainda é alto e tanta macadâmia assim só poderia servir para uma coisa: exportação. Afinal, tem muita gente procurando essa pequena noz por aí. Só os EUA consomem 48% da produção mundial - segundo pesquisa feita pela bióloga Graciela Sobieraiski.

Até mesmo o Brasil faz sua contribuição, mesmo que menor. De acordo com o agrônomo Leonardo Pimentel, em artigo publicado na Revista Brasileira de Fruticultura, no ano passado foram produzidas 3.200 toneladas da noz, principalmente nos estados de São Paulo, Espírito Santo e Bahia. Trazidas do Havaí para o Brasil na década de 1930, as sementes de macadâmia foram cultivadas e melhoradas pelo Instituto Agronômico de Campinas (IAC).
Propriedades nutricionais

De acordo com a tabela fornecida pela Sociedade Australiana de Macadâmia (AMS), 100 g da noz crua possuem pouco mais de 9 g de proteína, 64 mg de cálcio, 410 mg de potássio, 60 g de gordura monoinsaturada - considerada boa para a saúde - e 4 g de gordura poliinsaturada.

Para a médica nutróloga Samantha Christie Enande, tanto a macadâmia quanto as outras nozes são os alimentos vegetais com maior quantidade de antioxidantes. "Os cientistas descobriram que as nozes possuem 20,97 unidades de antioxidantes em cada 100 g. Isso representa 20 vezes mais que as quantidades presentes nas laranjas (1,14), nos espinafres (0,98), nas cenouras (0,04) ou nos tomates (0,31)."

Além dessa propriedade rejuvenescedora, a macadâmia tem a vantagem de fazer bem ao coração. "Comer um punhado duas ou mais vezes por semana, pode reduzir os riscos de doenças cardíacas fatais, e ajudar a diminuir o colesterol ruim (LDL). Além disso, as dietas veganas podem ser enriquecidas com macadâmias, que são também uma fonte saudável de gordura não saturada, cálcio e proteína", explica a nutróloga. No entanto, seu valor calórico é alto. A cada 30 g são encontradas 210 calorias.

Propriedades medicinais

Os estudos a respeito da macadâmia são inúmeros, publicados em vários anos e em países diferentes. Nenhum deles trata essa noz como um alimento contra-indicado para uma saúde perfeita - mesmo para aqueles que querem emagrecer. Pesquisas realizadas no Hospital Wesley, na Austrália, em 1992, e na Universidade Mukogawam no Japão, em 2004, comprovaram que o consumo frequente de macadâmia diminuiu os níveis de colesterol, os riscos de inflamações e, inclusive, ajudou alguns pacientes a perderem peso.

Até mesmo a famosa Universidade de Harvard, nos EUA, deu seu alvará para o consumo da noz. De acordo com uma análise publicada no site da Sociedade Australiana de Macadâmia (AMS), uma dieta rica em gordura de boa qualidade ou monoinsaturada, normalmente encontrada em nozes e azeite de oliva puro, ajudam a perder peso e mantê-lo baixo. Na pesquisa realizada, os pacientes perderam em média 4,5 kg no período de um ano.

Curiosidades

Apesar de todos esses benefícios para a saúde, a macadâmia não é muito consumida pelos brasileiros. Porém, segundo Pedro Toledo Piza, diretor técnico da Associação Brasileira de Macadâmia, essa é uma realidade que vem mudando nos últimos sete anos. "De 2000 a 2007, o consumo passou de 10 toneladas ao ano para 150 toneladas."

Piza explica ainda que por ter um custo de produção alto, a macadâmia - nome dado em homenagem ao seu descobridor, o botânico John MacAdam - acaba tendo um preço mais elevado, entre R$ 5 e R$ 8 um pacote de 100 gramas. "Uma planta de macadâmia inicia a produção quatro anos após o plantio e fica adulta com quinze anos. O retorno do investimento ocorre após 10 anos. Só quando as nogueiras estão com quatro anos, as nozes em cascas são colhidas do chão, descarpeladas, secas, quebradas, classificadas, processadas e embaladas. O processo é caro e segue exigentes procedimentos de qualidade."

Fonte: Revista dos Vegetarianos

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Torta Tropicália – Sem Açucar

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Ingredientes
Massa
• 1/2 xícara de chá de margarina
• 2 gemas
• 1 1/2 xícara de chá de farinha de trigo
• 1 colher de chá de fermento em pó
• 3 a 4 colheres de sopa de água
• Margarina para untar
Creme
• 2 xícaras de chá de leite desnatado
• 2 gemas
• 2 colheres de sopa de maisena
• 1 colher de chá de margarina
• 1 colher de chá de essência de baunilha
• 2 colheres de sopa de coco ralado
• 16 colheres de café bem rasas de adoçante em pó à base de aspartame
Cobertura
• 2 kiwis descascados e fatiados
• 3 fatias de abacaxi
• 1/2 xícara de chá de água
• 3 colheres rasas de café de adoçante em pó à base de aspartame
• Morangos para decorar
Modo de Preparo

Bata a margarina e as gemas até obter um creme. Desligue a batedeira e junte a farinha de trigo peneirada com o fermento, amassando com a ponta dos dedos. Vá adicionando água conforme o necessário. Com a massa, forre uma forma desmontável média, levemente untada, e faça alguns furos com o garfo. Leve ao forno preaquecido e moderado (180ºC) por 25 minutos. Enquanto isso, leve uma panela ao fogo com o leite, as gemas, a maisena, a margarina, a essência de baunilha e o coco, mexendo sempre até engrossar. Retire do fogo e bata vigorosamente. Acrescente o adoçante e aplique sobre a massa. Leve uma panela ao fogo brando com o kiwi, o abacaxi, a água e deixe ferver rapidamente. Retire do fogo, escorra bem a água, misture o adoçante e distribua sobre o creme de maneira decorativa. Enfeite com morangos.

Fonte: http://acasadamolly.blogspot.com.br

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Cidades sustentáveis são essenciais para eficiência de recursos

 

Transformar a infraestrutura urbana, tornando-a mais limpa, eficiente e sustentável, pode estimular o crescimento econômico verde e ajudar a erradicar a pobreza, diz relatório da ONU apresentado nesta quinta-feira.

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Atualmente, cerca de 75% dos recursos naturais do mundo são consumidos em áreas urbanas, e a proporção da população global que vive em cidades deve subir para 70% até 2050. Além disso, essas regiões são responsáveis por grande parte da degradação e poluição gerada no planeta, tornando sua relação com os recursos e ecossistemas nada sustentável.

Para mudar essa situação, um documento publicado pelas Nações Unidas nesta quinta-feira em Nairóbi, no Quênia, afirma que é necessário investir em infraestruturas sustentáveis e tecnologias eficientes em recursos nas cidades, a fim de incentivar um crescimento econômico com menor degradação ambiental, redução da pobreza, cortes nas emissões de gases do efeito estufa e melhoria do bem-estar.

O relatório, intitulado ‘City-Level Decoupling: Urban Resource Flows and the Governance of Infrastructure Transitions’ (algo como Dissociação em nível urbano: fluxos de recursos urbanos e a governança de transições de infraestrutura), declara que, para atingir a sustentabilidade para todos, é necessário dissociar as taxas de crescimento econômico das cidades do consumo insustentável dos recursos naturais finitos, que até agora caracteriza a maior parte do desenvolvimento urbano ocorrido.

“Até agora, a tendência para a urbanização tem sido acompanhada pela crescente pressão sobre o meio ambiente e o aumento dos números da pobreza urbana”, colocou Achim Steiner, diretor executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), no lançamento do estudo.

Segundo o texto, para ocorrer essa transformação deve haver mais esforço por parte de governantes, empresas e sociedade, pois à medida que o preço dos recursos naturais continua a aumentar, fica cada vez mais difícil manter um padrão de desenvolvimento sustentável. Caso isso não aconteça, poderá haver sérias implicações econômicas e ambientais para as futuras gerações.

Isso porque, de acordo com a pesquisa, muito da infraestrutura que será futuramente necessária nas cidades, incluindo 60% das edificações exigidas para atingir as necessidades da população urbana mundial até 2050, ainda precisam ser construídas.

Para chegar a essas exigências, as cidades precisariam de um investimento calculado em US$ 40 trilhões entre 2000 e 2030 para a criação de novas infraestruturas urbanas – principalmente nos países em desenvolvimento – e para a adaptação das instalações existentes.

“Cidades mais antigas podem ter que adaptar e substituir infraestruturas ineficientes com as quais estiveram presas por décadas para atingir essa dissociação, mas cidades mais novas e em crescimento têm a vantagem da flexibilidade. Elas podem ‘acertar’ de primeira”, explicou Joan Clos, diretora executiva do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (UN-Habitat).

Mas ao mesmo tempo em que o relatório aponta os atuais e potenciais problemas desse desenvolvimento urbano insustentável, reconhece que essa situação oferece grandes oportunidades de canalizar fundos para infraestruturas mais sustentáveis que reduzam as emissões de carbono, melhorem a produtividade de recursos e criem novas estratégias de desenvolvimento urbano.

Felizmente, há cidades que já estão aproveitando essas oportunidades, como é o caso de Lagos, na Nigéria. A cidade introduziu o sistema Veículo leve sobre pneus (Bus Rapid Transit – BRT) para resolver problemas crônicos de congestionamento e poluição.

O sistema, apoiado pelo Banco Mundial e investidores privados, contribuiu para uma queda de 13% nas emissões de carbono do transporte urbano, e a rota de cerca de 25% dos passageiros que utilizam o serviço foi reduzida em até 50%.

Outro exemplo é a área central de Singapura, que está implementando um plano para reduzir o consumo nacional de água em cerca de 10% até 2030. Tecnologias avançadas são usadas para tratar as águas residuais e os esgotos, que se tornam seguros para beber e podem ser reutilizados pela indústria.

As águas residuais tratadas podem chegar a 30% das necessidades hídricas de Singapura até 2030, e investimentos em usinas de dessalinização, consertos em vazamentos de tubulações e outros esforços podem ajudar o país a atingir sua meta de 10%.

O documento também mostra casos aqui no Brasil, como o do programa Lixo que não é Lixo, de Curitiba. O projeto incentiva a separação de resíduos em recicláveis e não recicláveis através, por exemplo, da troca de lixo reciclável por passagens de ônibus ou por produtos alimentícios para comunidades carentes.

A iniciativa estendeu o tempo de vida dos aterros sanitários da cidade, evitando o despejo de 2.400 m3 de resíduos recicláveis a cada dia, o que representa cerca de 25% da produção diária de lixo. Outro exemplo brasileiro é a cidade do Rio de Janeiro, que tem investido em reflorestamento para restabelecer os aquíferos necessários para o abastecimento hídrico da cidade.

Por fim, o estudo faz algumas recomendações para que o desenvolvimento de infraestruturas mais sustentáveis seja potencializado: investimentos governamentais na criação de estratégias sustentáveis , infraestruturas de baixo carbono e desenvolvimento urbano eficiente em recursos; investimento em pesquisas sobre o uso de recursos; especificação de metas para uso eficiente de recursos; estímulo a atividades , tecnologias, bens e serviços de baixo carbono, eficientes e verdes; e envolvimento do setor privado em investimento e compartilhamento de experiências.

“Existem oportunidades únicas para as cidades liderarem a ecologização da economia global através do aumento da produtividade e inovação de recursos, enquanto atingem grandes economias financeiras e enfrentam desafios ambientais. Embora muitas cidades estejam aproveitando essas oportunidades, uma visão holística para os centros urbanos do futuro ainda está faltando”, concluiu Steiner.

“Quando olhamos para os crescentes gastos em infraestrutura urbana pelo mundo, precisamos nos perguntar: que tipo de cidades do futuro estão previstas pelos projetistas e construtores dessas novas infraestruturas? Essas infraestruturas estão preparando cidades [...] para futuros mais justos e eficientes em recursos? Ou estão apenas fixando concreto [...] com um modo de planejamento urbano do século XIX que precisará ser desmantelado daqui a 10 ou 20 anos?”, questionou Mark Swilling, um dos coautores da pesquisa.

Fonte: CarbonoBrasil.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

SUCO DE CASCA DE MANGA – Desperdício Zero

Ingredientes:
- 2 mangas com a casca
- 1 litro de água
- Açúcar ou mel a gosto

Como preparar:
Lave e higienize bem as mangas. Em uma panela, ferva apenas as cascas para tirar o amargor. Em seguida, coloque-as com a fruta no liquidificador e bata por 2 minutos. Coe, adoce a gosto e sirva a bebida gelada.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Como prevenir mofo nas berries? Vinagre!

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Framboesas em particular, parece que mofam antes mesmo de levá-los do supermercado para casa. Não há nada mais trágico do que pagar caro por de framboesas, morangos, etc., e olhar na geladeira no dia seguinte e descobrir o mofo crescendo em seu interior.


Quando você comprar suas berries, certifique-se de lavá-las com vinagre assim que chegar em casa.


Realmente funciona. Quando chegar em casa, prepare uma mistura de uma parte de vinagre (branco ou de cidra da maçã funcionam melhor) e dez partes de água. Despeje as frutas na mistura e mexa. Escorra, lave, se você quiser (embora a mistura é tão diluída que você não vai sentir o gosto do vinagre) e coloque na geladeira.


O vinagre mata quaisquer esporos de fungos e outras bactérias que possam estar sobre a superfície do fruto! Framboesas vão durar uma semana ou mais, e até mesmo morangos vão quase duas semanas sem ficar mofados e macios. Então, vá em frente e estoque as berries, sabendo que vão estar frescas quando você for comê-las.